Baggage Claim in the Style of “Miranda Lambert” with lyrics (no lead vocal)

Download this karaoke song (MP3, MP4, WMV or MP3+G formats available)
http://www.thekaraokechannel.com/store/store.html?vid=20081002001&cid=4042&keyword=Baggage+Claim

Sing, record and share Continue reading

Posted in Videoke | Leave a comment

American Soldier in the Style of “Toby Keith” with lyrics (no lead vocal)

Download this karaoke song (MP3, MP4, WMV or MP3+G formats available)
http://www.thekaraokechannel.com/store/store.html?vid=20081002001&cid=4042&keyword=American+Soldier

Sing, record and share Continue reading

Posted in Videoke | Leave a comment

Boney M

images (3)

NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde Novembro de 2011). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Boney M
Informação geral
Origem Jamaica, Montserrat, Aruba
País  Alemanha
Gênero(s) Pop, Disco Music, Dance-pop, Hi-NRG, Eurodance
Período em atividade 1975–1986, 2006–presente
Gravadora(s) Sony BMG
Integrantes Liz Mitchell
Marcia Barret
Maizie Williams
Ex-integrantes Reggie Tsiboe
Bobby Farrell

Boney M é um grupo de disco' music, que teve um grande sucesso durante os anos 70. Foi criado pelo produtor alemão Frank Farian em 1976, e era composto por quatro artistas das Índias Ocidentais que trabalhavam em Londres, na Alemanha e na Holanda (Marcia Barrett[1] - jamaicana, Liz Mitchell, Maizie Williams[1] e o ex- DJ Bobby Farrell).

História

Especula-se que, quando Frank Farian lançou pela primeira vez a canção Baby Do You Wanna Bump?, em 1974 com o nome de Boney M, a voz na gravação era a dele, e só quando a música virou um sucesso é que ele decidiu arranjar um grupo de dançarinos e um vocalista para inventar um "grupo". O nome "Boney" era de um personagem de uma série de TV na Austrália. O grupo evoluiu antes de ter os integrantes que conhecemos hoje: só Maizie Williams participou desde o princípio.

É até possível que o boato envolvendo a primeira gravação seja verdade, pois:

  • a música não tem uma letra de fato, só uma voz masculina repetindo periodicamente o título, ou palavras e letras separadas
  • é óbvio, quando se ouve, que o vocalista canta uma oitava abaixo de seu timbre verdadeiro
  • o côro de fundo é muito genérico
  • a autoria da música é creditada a Zambi e editada por Intro, diferente de qualquer outra música de Boney M
  • antes de cantar, Maizie Williams começou carreira como modelo

Rivers of Babylon se tornou o segundo maior sucesso de vendagem no Reino Unido em 1978, quando a música Brown girl in the Ring, que também compunha o disco, também se tornava sucesso nas rádios. Foi, na época, o único single além de Mull of Kintyre (gravada por Paul McCartney), a vender mais de dois milhões de cópias no Reino Unido.

Eles novamente conseguiram mais de 1 milhão de cópias vendidas no Reino Unido com sua versão de um clássico do calypso, Mary's Boychild (anteriormente gravada por Harry Belafonte).

Outros sucessos incluíram:

  • Daddy Cool (lançada em 1976 - chegou a vender 100 mil cópias semanais na Alemanha)
  • Sunny (de 1976 - no Brasil, Léo Jaime fez uma versão desta música, chamada Sonia)
  • a bem conhecida Ma Baker (de 1977)
  • Rivers of Babylon teve também uma versão de sucesso no Brasil interpretada pela cantora Perla, muito popular na época.
  • Love for sale (1977)
  • Nightflight to Venus (1978)
  • Rasputin (de 1978)
  • Hooray, hooray, It's a Holi-Holiday" (1979)
  • Painter Man (em homenagem a Andy Warhol)

Em 1986, dez anos após o lançamento de sua formação mais conhecida, o grupo já acumulava 18 discos de platina, 15 discos de ouro e cerca de 150 milhões de unidades vendidas pelo mundo. O grupo se desfez naquele ano, porém o sucesso de alguns remixes (como Daddy Cool - anniversary remix) continuou. Tentou-se recriar o grupo com nova formação, porém o sucesso continuou a ser o da formação original.

Entre o final dos anos 1980 e 1990 grupo dividiu-se e um veredicto de tribunal autorizou todos os quatro membros originais do grupo – as três cantoras e Bobby Farrell – a dar concertos com o nome “Boney M”.

Em Portugal, os Boney M. de Farrell actuaram em Agosto de 2007 no XXII Festival do Marisco de Olhão, em 2008 no Carnaval no Casino de Lisboa, e também na passagem de ano no Casino de Espinho.

Morte de Bobby Farrell

O cantor da banda de disco music Boney M., o holandês Bobby Farrell, morreu dia 30 de dezembro de 2010 em um quarto de hotel em São Petersburgo - Rússia aos 61 anos, onde estava para fazer shows, anunciou o empresário do artista, John Seine.[2] .

Seine não deu detalhes sobre as causas da morte do músico, que chegou a fazer uma apresentação na noite anterior e ia a viajar à Itália para realizar outra apresentação


Ligações externas

Referências

  1. ab Certidão de lista de associadas da Audiogest (pdf) IGAC/Ministério da Cultura (2007-07-25). Visitado em 9 de Janeiro de 2014.
  2. Morreu Bobby Farrell, o cantor dos Boney M. Publico (30 de dezembro de 2010). Visitado em 1 de agosto de 2011.
source: http://pt.wikipedia.org/wiki/Boney_M

Posted in Dance, Pop | Leave a comment

Al Green

Al Green - Very Best Of

NoFonti.svg
Esta biografia de uma pessoa viva cita fontes fiáveis e independentes, mas elas não cobrem todo o texto. Ajude a melhorar esta biografia providenciando mais fontes fiáveis e independentes. Material controverso sobre pessoas vivas sem apoio de fontes fiáveis e verificáveis deve ser imediatamente removido, especialmente se for de natureza difamatória.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Al Green
Al Green.jpg
Informação geral
Nome completo Albert Greene
Também conhecido(a) como O Reverendo Al Green
Nascimento 13 de abril de 1946 (68 anos)
Origem Forrest City, Arkansas
País Estados Unidos Estados Unidos
Gênero(s) R&B, Gospel, Soul
Instrumento(s) Vocal, guitarra
Período em atividade 1967-presente
Gravadora(s) Hi Records
Página oficial www.algreenmusic.com

Albert Greene, conhecido como Al Green, (Forrest City, 13 de abril de 1946) é um cantor estadunidense de gospel e soul music, com sucesso no início e metade dos anos setenta.[1][2]

Carreira

Primeiros anos

Al Green começou a cantar aos nove anos junto com outros três irmãos em um grupo gospel de seu pai, o Green Brothers. O quarteto chegou a realizar excursões pelo sul dos Estados Unidos durante a década de 1950. Naquela época, a família Greene mudou-se para o Estado do Michigan. Lá, o jovem Al Green formou seu grupo de R&B, chamado Al Green and the Creations (que em 1968 seria rebatizado como Soul Mates). Em 1968, o Soul Mates alcançou o Top 5 da parada Black Singles da Billboard, com a canção "Back Up Train".

Obra

Em 1969, Green deixou a banda e seguiu carreira solo. Conheceu o produtor Willie Mitchell, de quem ficou bastante próximo. Naquele mesmo ano, foi lançado "Green is Blues", seu disco de estréia. No ano seguinte, lançou o álbum "Al Green Gets Next to You".

Posteriormente, Al Green lançou "Let's Stay Together", de 1972. O LP chegou à oitava posição na parada Pop da Billboard e primeiro lugar na parada Black. A música-título ficou no topo das duas listas.

Mais tarde, Al Green passaria por uma tragédia pessoal em 1975 envolvendo sua namorada Mary Woodson. Em outubro de 1974 após ter sua proposta para casamento recusada, Mary jogou grits fervendo sobre Al, enquanto este tomava banho. O cantor teve queimaduras de segundo grau no abdome, nas costas e no braço. Após a agressão, Mary foi para um outro cômodo e suicidou-se, com uma arma de Green.

Posteriormente, Al Green se converteu ao Cristianismo. Em 1976, ele já havia comprado uma igreja no Memphis e ordenado pastor da Full Gospel Tabernacle. Embora seguisse gravando R&B, as vendas de seus discos começaram a cair e cresciam as críticas sobre seu trabalho - embora os críticos musicais tivessem elogiado "The Belle Album", de 1977.

Durante uma apresentação em 1979, Green foi ferido e assim, o cantor aproximou-se ainda mais da religião, passando a pregar e a cantar apenas música gospel. Seu primeiro álbum desta fase foi "The Lord Will Make a Way", em 1980.

De 1981 a 1989, Green gravou mais álbuns do gênero, oito deles premiados com o Grammy de "Melhor Performance Soul/Gospel". Em 1984, o diretor de cinema Robert Mugge lançou "Gospel According to Al Green", um documentário que inclui entrevistas sobre a vida do cantor e cenas dele em sua igreja.

Após vários anos no estilo gospel, Green iniciou seu retorno ao R&B, com o lançamento do dueto com a cantora britânica Annie Lennox de "Put A Little Love In Your Heart" (escrita em 1968 por Jackie DeShannon), para a comédia Os Fantasmas Contra-Atacam, e a composição do hit "The Message Is Love", uma parceria com o produtor Arthur Baker.

Seu dueto de 1994 com a cantora de country music Lyle Lovett fundiu este estilo música com o R&B e lhe premiou com seu nono Grammy - pela primeira vez na categoria pop music. No ano seguinte, foi lançado "Your Heart's In Good Hands", primeiro álbum secular (não-religioso) de Green. Embora recebesse avaliações positivas da crítica musical, o CD não vendeu bem. Ainda em 1995, Green foi nomeado para o Hall da Fama do Rock and Roll.

Em 2000, Green publicou "Take Me to the River", um livro que examina sua carreira. Dois anos depois, o cantor recebeu um Grammy pelo conjunto da obra.

Em 2003, foi lançado "I Can't Stop", primeiro álbum produzido por Willie Mitchell desde 1985, e o primeiro trabalho de sucesso comercial em décadas. Em 2004, Green foi nomeado para o para o Hall da Fama da Música Gospel. Também naquele ano, a Revista Rolling Stone ranqueou Green na posição 65 na lista dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos.

Discografia

Álbuns

  • Back Up Train (1967)
  • Green Is Blues (1969) # 19 EUA
  • Al Green Gets Next to You (1971) # 58 EUA
  • X Let's Stay Together (1972) # 8 EUA
  • I'm Still in Love with You (1972) # 4 EUA
  • Call Me (1973) # 10 EUA
  • Livin' for You (1973) # 24 EUA
  • Al Green Explores Your Mind (1974) # 15 EUA
  • Al Green Is Love (1975) # 28 EUA
  • Al Green's Greatest Hits (1975) # 17 US, # 18 GBR
  • Full of Fire (1976) # 59 EUA
  • Have a Good Time (1976) # 93 EUA
  • The Belle Album (1977) # 103 EUA
  • Al Green's Greatest Hits, Vol. 2 (1977) # 134 EUA
  • Truth N' Time (1978)
  • The Lord Will Make a Way (1980)
  • Higher Plane (1981)
  • Tokyo Live (1981)
  • Precious Lord (1982)
  • I'll Rise Again (1983)
  • The Christmas Album (1983)
  • Trust in God (1984)
  • He is the Light (1985)
  • White Christmas (1986)
  • Soul Survivor (1987) # 131 EUA
  • Hi Life - The Best of Al Green (1988) # 34 GBR
  • I Get Joy (1989)
  • Love is Reality (1992)
  • Gospel Soul (1993)
  • Your Heart's in Good Hands (1995)
  • Don't look back (1997)
  • Take Me to the River (coletânea) (2000) # 186 EUA
  • Feels Like Christmas (2001)
  • Love - The Essential Al Green (2002) # 18 GBR
  • I Can't Stop (2003) # 53 EUA
  • The Love Songs Collection (coletânea) (2003) # 91 EUA
  • Everything's OK (2005)
  • Lay it Down (2008)

Hit singles

  • 1971 "Tired of Being Alone" # 11 EUA, # 4 GBR
  • 1972 "Let's Stay Together" # 1 EUA, # 7 GBR
  • 1972 "I'm Still in Love with You" # 3 EUA, # 35 GBR
  • 1972 "Look What You Done for Me" # 4 EUA, # 33 GBR
  • 1972 "You Ought to be with Me" # 3 EUA
  • 1973 "Call Me (Come Back Home)" # 10 EUA
  • 1973 "Here I am (Come and Take Me)" # 10 EUA
  • 1974 "Sha-La-La (Make Me Happy)" # 7 US, # 20 GBR
  • 1974 "Let's Get Married" # 32 EUA
  • 1974 "Livin' for You" # 19 EUA
  • 1975 "L-O-V-E (Love)" # 13 US, # 24 GBR
  • 1975 "Full of Fire" # 28 EUA
  • 1977 "Keep Me Cryin'" # 37 EUA
  • 1988 "Put a Little Love in Your Heart" (com Annie Lennox) # 9 EUA, # 28 GBR
  • 1989 "The Message is Love" (Arthur Baker e The Backbeat Disciples com Al Green) # 38 GBR
  • 1993 "Love is A Beautiful Thing" # 56 GNR

Banda/Trilha sonora

Referências

Ligações externas


O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Al Green
source: http://pt.wikipedia.org/wiki/Al_Green

Posted in Pop | Leave a comment

Alice in chains

alice-in-chains1

Alice in Chains
William DuVall (esquerda), Jerry Cantrell (direita) e Sean Kinney (atrás) durante concerto em 2007.
Informação geral
Local de nascimento Seattle, Washington
 Estados Unidos
Gênero(s) Metal alternativo, grunge, heavy metal, rock alternativo, hard rock[1] , sludge metal
Período em atividade 1987 - 2002
2005 - presente
Gravadora(s) Columbia Records, Virgin/EMI, Capitol Records
Afiliação(ões) Class of '99, Comes With The Fall, Mad Season, Spys 4 Darwin
Página oficial aliceinchains.com
Integrantes Jerry Cantrell
Mike Inez
Sean Kinney
William DuVall
Ex-integrantes Layne Staley
Mike Starr

Alice in Chains é uma banda norte-americana de rock formada no ano de 1987 em Seattle, Washington, pelo vocalista Layne Staley e o guitarrista Jerry Cantrell.[2][3] Apesar de vastamente associada ao grunge, o som da banda incorpora elementos do heavy metal e hard rock,[4] produzindo também um som mais acústico e pós-punk.[5] A banda alcançou fama internacional como parte do movimento grunge no início dos anos 90, ao lado de bandas como Pearl Jam, Soundgarden e Nirvana. É uma das bandas mais bem sucedidas comercialmente da década de 90, tendo vendido aproximadamente 18 milhões de álbuns ao redor do mundo,[6] além de ter dois álbuns na primeira posição da Billboard 200 (Jar of Flies e Alice in Chains), onze singles nas dez primeiras posições na parada Mainstream Rock Tracks e oito indicações ao Prêmio Grammy.[7]

A banda nunca se separou oficialmente, mas ficou por muitos anos inativa devido aos problemas de Layne Staley com drogas, os quais culminaram em sua morte, em 2002.[8] Os integrantes remanescentes reuniram-se novamente em 2005, e em 2009 terminaram a gravação de seu primeiro álbum de estúdio em quatorze anos, com William DuVall como o novo vocalista e também guitarrista. O álbum, intitulado Black Gives Way to Blue,[9] foi lançado em setembro de 2009 pela Virgin/EMI.[10] Em 28 de maio de 2013, a banda lançou o seu segundo álbum com DuVall, The Devil Put Dinosaurs Here.[11]

História

Começo de carreira (1987 - 1991)

Tudo começou no inverno de 1987, quando o guitarrista Jerry Cantrell foi a uma festa em Seattle,[12] onde conheceu um homem de cabelo rosa claro que estava no centro de tudo; tratava-se do vocalista Layne Staley. "Ele tinha um grande sorriso no rosto, e estava sentado ao lado de duas mulheres maravilhosas", lembra Cantrell, que não tinha um lugar para morar e foi acolhido por Staley, que o levou a sua residência: um estúdio de ensaios sujo e cheirando a urina chamado Music Bank, localizado em um armazém, onde os dois passaram a viver.[2] Logo, Cantrell o convidou para cantar em sua banda de glam metal chamada Diamond Lie, já que Staley estava saindo de uma outra banda do mesmo sub-gênero.[1]Mike Starr, conhecido de Jerry, havia tocado em outras bandas do mesmo estilo, como Sato e Gypsy Rose, e logo aceitou tocar baixo na banda, trazendo ainda o baterista Sean Kinney, que namorava sua irmã.[12] Os concertos da banda, nessa época, consistiam em covers que, de acordo com a imprensa local, ganhavam "nova vida" quando eram tocados pelo Diamond Lie.[13] Cantrell comentou à RIP Magazine, em 1993, quanto às motivações iniciais na formação da banda:

Era: "Vamos formar uma banda, escrever umas canções, tocar em alguns clubes para conseguirmos cerveja e mulheres". Sério, era por aí. Nós fizemos isso por um ano e meio, só tocando e, então, finalmente começamos a considerar até onde queríamos ir musicalmente. Foi meio que algo natural, nada que tenha sido pensado. Foi algo que acontece somente quando você passa um tempo com as pessoas e começam a crescer juntos.[14]

No ano seguinte, a banda mudou seu nome tendo como inspiração "Alice n' Chains", nome da antiga banda de Staley, tornando-se Alice in Chains,[4] e começou a gravar algumas demos. Algumas dessas músicas apareceriam mais tarde no primeiro álbum oficial da banda.[15]

Já tendo certa notoriedade na cena local, apresentando-se em bares e pequenos clubes, em 1989, decidiram gravar seu próprio álbum independente e tentar distribuí-lo localmente,[16] mas, antes do álbum ser lançado, o grupo assinou com a Columbia Records.[2] Seu primeiro trabalho oficial foi o EP "We Die Young", em julho de 1990. A faixa-título se tornou um hit moderado em rádios americanas mais pesadas, apenas preparando caminho para o lançamento do álbum Facelift, em agosto daquele mesmo ano.[4]

Facelift foi bem recebido pelo público e a banda começou uma turnê com Iggy Pop em novembro, apresentando as canções "Dirt" e "Rooster" ao público, que não deu muita atenção para elas na época. Em dezembro, o concerto lotado no The Moore Theater, em Seattle, é gravado pelo diretor Josh Taft e lançado como Live Facelift, o primeiro lançamento em vídeo do grupo.[17]

Enquanto isso, o álbum produz o inesperado hit "Man in the Box", tendo uma escalada de 26 semanas até o Top 20 e cujo vídeo recebeu grande exibição na MTV.[17] Realizando turnês de suporte de bandas como Extreme, Megadeth em algumas datas e depois com a turnê Clash of the Titans (que contava com Slayer, Anthrax e Megadeth), e Van Halen,[18] Facelift chegou ao disco de ouro.[6]

No começo de 1992, a banda lançou um inesperado EP de composições semi-acústicas, denominado Sap, gravado em apenas dois dias[19] e intitulado devido a um sonho do baterista Sean Kinney, no qual a banda chamava o novo álbum de Sap.[20] O álbum conta com as participações de Ann Wilson do Heart, juntando-se a Staley e Cantrell no refrão de "Brother" e "Am I inside", assim como Chris Cornell do Soundgarden e Mark Arm do Mudhoney na canção "Right Turn" (creditados no encarte como Alice Mudgarden).[21]

Anos grunge: fama e sucesso no mainstream (1992-1994)

Layne Staley durante a época de Dirt.

O grupo recebeu mais exposição em 1992, quando uma de suas novas canções, "Would?", apareceu na trilha sonora de Vida de Solteiro, um filme do diretor Cameron Crowe baseado nas vidas dos solteiros de Seattle. A banda também apareceu no filme, tocando as canções "Would?" e "It Ain't Like That" durante uma das cenas que ocorre num clube.[22] O lançamento prévio de "Would?" ajudou a criar antecipação pelo próximo LP do grupo.[22]

O álbum Dirt, lançado na primavera de 1992,[4] exemplifica o som pesado guiado pela guitarra e cheio de distorções, ao mesmo tempo em que abre espaço para as harmonias vocais cada vez mais complexas de Staley e Cantrell. Foi um sucesso tanto de crítica[4] quanto comercial, ganhando disco de platina após menos de 2 meses de seu lançamento,[23] e continua sendo o álbum mais bem sucedido da banda até hoje.[24] Entretanto, as letras obscuras, a maior parte tratando de isolação e vício, aumentaram as especulações de que Staley era viciado em heroína.[4] Agora se sabe que esta especulação estava correta.[25]

Para a divulgação desse álbum, a banda saiu em turnê com Ozzy Osbourne. Durante esta turnê, Layne quebrou seu pé e completou a turnê usando uma cadeira de rodas e muletas, não perdendo nenhuma data. Camisetas da turnê mostravam o raio-X do pé quebrado do vocalista.[12] Depois, o grupo teve uma passagem pelo Brasil no festival Hollywood Rock, no Rio de Janeiro e São Paulo, em 1993.[26] Após estas datas, Mike Starr deixou o grupo devido às turnês intensas e eventualmente se juntou à banda de hard rock Sun Red Sun.[27] Starr foi logo substituído temporariamente pelo baixista da banda de Ozzy Osbourne, Mike Inez.[12] Quando a banda entrou em estúdio em 1993 e compôs duas novas canções, "What the Hell Have I" e "A Little Bitter", para a trilha sonora do filme com Arnold Schwarzenegger, O Último Grande Herói,[1] Inez (que co-escreveu "A Little Bitter"[28] ) foi confirmado como novo baixista da banda.[12]

Durante o verão de 1993, Alice in Chains se juntou a bandas como Primus, Tool, Rage Against the Machine e Babes in Toyland para o festival de música alternativa Lollapalooza, no qual a banda foi muito bem recebida.[29]

Após suas explosivas performances na turnê Lollapalooza, a cena musical alternativa clamava por outro lançamento pesado, nervoso e barulhento do quarteto de Seattle. Em janeiro de 1994, entretanto, a banda surpreendeu fãs e críticos com Jar of Flies, que trazia um retorno aos arranjos mais acústicos e leves, canções bem desenvolvidas completadas com sutis arranjos de cordas, misturados com pontos de exclamação dos ataques de guitarra, a assinatura de Cantrell, e os vocais de Staley.[30]

Lançado como um EP, ainda que tivesse qualidade de álbum em design e duração, Jar of Flies estreou como n.º 1 nas listas de vendas de álbuns da Billboard, o primeiro EP na história a alcançar tal posição.[2] Evoluindo do som alternativo e progressivo da primeira faixa para baladas mais tradicionais, o álbum parece prestar homenagem às raízes musicais de Cantrell, sendo escrito e gravado em uma semana.[30]

Os Alice in Chains estavam programados para sair em turnê durante o verão de 1994 com Metallica e a atração de abertura Suicidal Tendencies, mas desistiram antes do começo da turnê,[31] dando gás aos rumores de vício de drogas. Danzig substituiu Alice in Chains em algumas datas,[32] enquanto outras foram tocadas pelo Candlebox.[33] A banda ficou um bom tempo fora da estrada, o que fez aumentar as especulações quanto ao vício de Staley.[4] Nessa época, as tensões internas levaram a banda a debandar, o que efetivamente durou apenas seis meses.

Anos posteriores (1995 - 1997)

Apesar disso, Staley se apresentou com The Gacy Bunch, um "supergrupo grunge" formado em 1995 com o guitarrista Mike McCready do Pearl Jam e o baterista do Screaming Trees, Barrett Martin. Eles mais tarde mudaram seu nome para Mad Season e lançaram um único álbum, Above.[20]

Em Novembro de 1995, a banda retomou as atividades com o lançamento do álbum auto-intitulado, Alice in Chains, comumente chamado de "Grind", "Tripod", "Three" ou "Three Legged Dog" devido à imagem de um cachorro tripé na capa[34] (explicado no documentário lançado um mês depois, The Nona Tapes) e pelo fato de ser o terceiro álbum da banda.[12][23] Este álbum foi um retorno às raízes heavy metal da banda, mas diferente do som presente em seus álbuns anteriores, ainda que juntando o estilo mais acústico presente em Jar of Flies em algumas canções.[4] Para alguns fãs, este retorno à forma foi bem-vindo, para outros não foi nem um passo à frente nem um passo para trás em terreno familiar. O álbum estreou na primeira posição,[12] mas o grupo novamente falhou em dar suporte com uma turnê,[35] gerando uma maior discussão sobre o vício de Staley em heroína. Eventualmente, este seria o último álbum oficial que o Alice in Chains produziria com o vocalista.[4]

O grupo reapareceu em 1996 para tocar seu primeiro concerto em cerca de três anos[36] no MTV Unplugged, um programa de canções somente acústicas.[35] Durante todo o concerto, era visível a fraqueza de Staley e os efeitos do uso da droga. O set incluiu as canções mais conhecidas da carreira, dando nova vida a canções como "Brother". O grupo trabalhou seu material mais pesado com arranjos acústicos novos e incluiu um guitarrista rítmico, Scott Olson, para arredondar o som.[1] Eles também introduziram uma nova canção, "Killer Is Me".[17] Um álbum da performance foi lançado mais tarde naquele ano, estreando na terceira posição nas paradas.[37] Após o concerto acústico, a banda abriu quatro shows para a turnê de reunião do Kiss,[31] substituindo o Stone Temple Pilots, que teve que abandonar as datas devido aos problemas com drogas do vocalista Scott Weiland.[38] O concerto do dia 3 de julho, em Kansas City, foi o último com Staley como vocalista.[23]

Hiato e a morte de Layne Staley (1998 - 2002)

Os membros restantes da banda quiseram mantê-la unida e tentaram manter contato com Staley, mas ficou claro que seus problemas de saúde não o permitiriam retornar ao trabalho em pouco tempo. Cantrell, então, passou a se dedicar a outros projetos, gravando seu primeiro álbum solo em 1998, sob o título de Boggy Depot. Devido à colaboração significativa do baixista Mike Inez, do baterista Sean Kinney e do produtor Toby Wright ao álbum, este conta com uma faixa não lançada das sessões do álbum auto-intitulado Alice in Chains ("Settling Down").[39]

Em 1998, Staley se reuniu com os outros membros do grupo pela última vez para gravar duas canções inéditas: "Get Born Again" e "Died". Estas canções foram lançadas em 1999, no box-set Music Bank. A compilação continha 48 canções, incluindo raridades, velhas demos, as duas novas canções, e a maior parte das faixas contidas nos álbuns da banda.[40] O grupo também lançou Nothing Safe: The Best of the Box, que serviu como um aperitivo de 15 canções para o Music Bank, assim como sua primeira compilação de melhores canções.[41] As duas novas músicas seriam as últimas que Staley gravaria, enquanto Music Bank seria o último lançamento de novo material de estúdio da banda com o vocalista. Em 2000, o álbum ao vivo Live, contendo canções tocadas em shows de 1990 a 1996,[42] e outra coletânea dos 10 maiores hits da banda, Greatest Hits, em 2001,[43] finalizaram os lançamentos oficiais do grupo no período.

Apesar de a banda não ter acabado oficialmente na época, Staley ficou bastando abalado quando sua ex-noiva, Demri Parrott, morreu de endocardite infecciosa em 1996.[44] Ele, assim, tornou-se recluso, raramente deixando seu apartamento em Seattle. A possibilidade da reunião completa do Alice in Chains finalmente terminou em 20 de abril de 2002, quando Staley foi encontrado morto em seu condomínio em consequência de uma overdose letal por combinação de heroína e cocaína (Speedball). A perícia aproximou a data do óbito de Staley para 5 de abril, pois o corpo já se encontrava em estado de decomposição. Coincidentemente, foi a mesma data aproximada da morte de Kurt Cobain, oito anos antes.[8]

Cantrell, abalado pela morte de seu amigo e companheiro de banda, dedicou seu segundo álbum solo, Degradation Trip (2002), totalmente a Staley.[45] O álbum foi lançado aproximadamente dois meses após o falecimento de Staley[46] como um disco único, e mais tarde relançado, como havia sido originalmente planejado e com canções a mais, como um disco duplo. Ainda que algumas canções no álbum pareçam ter sido escritas sobre a morte do companheiro de banda de Cantrell ("Thinking 'bout my dead friends whose voices ring on" em "Psychotic Break", por exemplo), Degradation Trip foi completamente gravado antes do falecimento de Staley.[45]

Reunião e Black Gives Way To Blue (2005 - 2011)

A banda em concerto com o novo vocalista William DuVall.

Em 2004, foi afirmado que os membros remanescentes do Alice in Chains estavam tocando juntos[47] e que o grupo logo voltaria à ativa.[48] A re-estreia, entretanto, só aconteceu um ano depois, em 18 de fevereiro de 2005, quando o Alice in Chains se reuniu novamente para um concerto beneficente no Premiere Club, em Seattle, a fim de arrecadar fundos para as vítimas do tsunami asiático de 2004. No lugar de Staley, estava presente Patrick Lachman, vocalista do Damageplan, que há pouco tempo havia perdido o guitarrista Dimebag Darrell. O concerto também contou com as participações de Krist Novoselic do Nirvana e Chris DeGarmo do Queensrÿche,[49] além das aparições-surpresa de Wes Scantlin do Puddle of Mudd e Maynard James Keenan do Tool para ajudar nos vocais, e Ann e Nancy Wilson do Heart reprisando seus vocais de apoio em "Brother".[1]

Em 10 de março de 2006, os membros restantes do Alice in Chains marcaram presença no concerto Decades Rock Live, do VH1, honrando as roqueiras de Seattle Ann e Nancy Wilson do Heart, ocasião na qual tocaram suas próprias canções: "Would?" (com o vocalista do Pantera e Down, Phil Anselmo) e "Rooster" (com William DuVall e Ann).[50] A banda seguiu com uma pequena turnê pelos clubes dos Estados Unidos, vários festivais na Europa, e uma breve turnê pelo Japão, realizando um concerto de duas horas, com uma parte acústica na metade e um vídeo de oito minutos em homenagem à Layne Staley.[51] Para coincidir com a reunião da banda, a Sony lançou a muito adiada terceira compilação do Alice in Chains, The Essential Alice in Chains, um álbum duplo contendo 28 canções.[52]

Durante os concertos de reunião, a banda convocou para os vocais o membro da banda da carreira solo de Jerry Cantrell e vocalista da Comes With the Fall, William DuVall. Duff McKagan, do Velvet Revolver, também se juntou à banda para a turnê, tocando segunda guitarra em algumas canções.[53]

Jerry comentou, em 1º de novembro de 2006, que a apresentação em Providence, Rhode Island, no dia 31 de outubro, foi gravada para futuro uso no lançamento de um DVD. O concerto em si teve quase três horas de duração, com a banda apresentando canções que não vinham sendo mostradas na turnê.[54] Ele também explicou melhor os motivos pelos quais a banda estava em turnê:

Ele [Layne Staley] está lá todas as noites. Essa é uma das principais razões pelas quais nós estamos fazendo isso. Eu não tenho dúvidas de que ele ficaria totalmente: "Bem, porque vocês demoraram tanto?". Levou muito tempo para mim, pessoalmente, chegar em termos com querer me colocar nessa situação, sabe. Esta é a melhor forma. Nós estávamos todos quase que no mesmo lugar, isso pareceu como se fosse a coisa certa a ser feita, sabe. Nós o levamos conosco em todos os nossos modos, sabe, ele está ao nosso redor o tempo todo.[55]

Ainda que tanto Sean quanto Jerry tenham previamente comentado que se novo material fosse produzido, a banda mudaria de nome,[56] uma atualização no blog da página oficial da banda, em 30 de abril de 2007, confirmou que a banda se encontrava em processo de gravação de demos para um novo álbum de inéditas e que o novo som estava "destruidor".[57][58] Pouco depois, a banda saiu na turnê Re-Evolution com o Velvet Revolver, confirmando William DuVall como novo vocalista.[59]

A banda em ensaio com a Orquestra Sinfônica do Noroeste para o concerto beneficente Symphony Legacy, no Benaroya Hall, em Seattle.

Em 31 de agosto, como resposta à ótima recepção de crítica e fãs aos pequenos sets acústicos nos concertos da banda, o grupo gravou um set completamente acústico no The Rave/Eagles Club em Milwaukee, Wisconsin, incluindo canções de todos os álbuns lançados pela banda (incluindo os EP e duas releituras: uma da banda The Who e outra de Elton John), supostamente para um futuro álbum ao vivo,[60] o que foi mais tarde desmentido por Cantrell, que afirmou a importância de primeiramente lançar um novo álbum de estúdio.[61]

O grupo passou a realizar mais concertos acústicos pelos Estados Unidos, intitulados "the Acoustic Hour". Uma das últimas apresentações de 2007 se deu tocando junto à Orquestra Sinfônica do Noroeste e ao Coral de Garotas do Noroeste, em 2 de novembro, no Benaroya Hall,[62] para o concerto beneficente Symphony Legacy, que também contou com a presença do Heart.[63]

A banda pretendia entrar em estúdio para gravar o novo álbum na época de festas de 2007, visando lançamento em 2008,[61] porém, ao invés disso, passou o final de 2007 e o primeiro semestre de 2008 gravando demos para as novas canções. Em 23 de outubro de 2008, o grupo começou a gravar o novo álbum com o produtor Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Rush, Stone Sour, Mondo Generator), e 20 canções estariam sendo consideradas para inclusão no lançamento em 2009.[64] As gravações para o novo álbum terminaram em 18 de março de 2009,[65] no Studio 606 em Los Angeles, e o processo de mixagem no Henson Studios em Hollywood[66] foi concluído em abril. Em 25 de abril, foi confirmado que o lançamento do novo álbum do Alice in Chains aconteceria em setembro, pelo selo Virgin/EMI,[10] marcando a primeira mudança de gravadora em seus mais de vinte anos de carreira. Em 11 de junho, foi revelado que o álbum se chamaria Black Gives Way to Blue, com lançamento para 29 de setembro de 2009.[9] Em 30 de junho, uma das faixas, "A Looking in View", foi lançada como single do álbum por tempo limitado como um download grátis através do website oficial da banda, que também estreou o vídeo para a canção em 7 de julho.[67] O segundo single, "Check My Brain", foi lançado para as rádios em 14 de agosto e disponibilizado para compra três dias depois.[68] Além disso, foi anunciado que Elton John havia participado da faixa-título.[69]

Em 2009, a banda participou como sendo uma das atrações principais do Soundwave Festival na Austrália, junto de Nine Inch Nails, Scars On Broadway e Lamb of God;[70] também se apresentaria no festival Rock On the Range, ao lado de Mötley Crüe, Avenged Sevenfold, Slipknot e Korn.[71]

Para coincidir com a turnê europeia da banda, foi lançado o terceiro single de Black Gives Way To Blue, "Your Decision", em 16 de novembro no Reino Unido e em 1º de dezembro nos Estados Unidos.[72]

The Devil Put Dinosaurs Here (2011 - presente)

Em 11 de janeiro de 2012, Jerry Cantrell, em entrevista à Rolling Stone, declara estar trabalhando num novo disco da banda e que a inatividade do grupo em estúdio (haja vista o lançamento de EPs entre os álbuns principais nos anos 90 até o hiato musical) é devido a uma cirurgia no ombro a que o guitarrista fora submetido. Ele, contudo, ressalta a produção de material nesse tempo longe do estúdio e mesmo antes da intervenção médica.[73] Passados cerca de onze meses após a entrevista, o site oficial da banda postou um vídeo com uma música inédita, Hollow, anunciada dias antes em seu twitter [74] . O vídeo, resultante de um concurso no Instagram em que foram feitas montagens das letras com imagens e sincronizadas com a música, confirmava o retorno do grupo ao estúdio e a proximidade do lançamento do novo disco. Juntamente ao vídeo, foi divulgada a data de lançamento da nova música e confirmado o sucessor de Black Gives Way to Blue (ainda sem nome definido).

Hollow foi disponibilizada no iTunes em 8 de janeiro de 2013. Em 13 de fevereiro de 2013, Alice in Chains postou no Facebook um anagrama referente ao nome do seu novo álbum, com as letras H V L E N T P S U S D A H I E E O E D T I U R R.[75] No dia seguinte, foi anunciado que o novo álbum seria chamado de The Devil Put Dinosaurs Here. O disco foi lançado no dia 28 de maio desse ano.[76] A banda se apresentou no 4º dia do Rock in Rio 2013, na noite do dia 19/09, com um show relativamente curto, cerca de 1 hora, abrindo com a musica "Them Bones" e fechando com "Rooster" e tocando varias músicas conhecidas, como "We Die Young" e "Nutshell".

Integrantes

Formação atual

Ex-integrantes

Linha do tempo

Membros de turnê

Discografia

Apesar de existir há bastante tempo, o Alice in Chains lançou apenas cinco álbuns de estúdio (Facelift, Dirt, Alice in Chains, Black Gives Way to Blue e The Devil Put Dinosaurs Here), ainda que estes tenham sido, em geral, acompanhados pouco tempo depois por EP semi-acústicos.[30]

A banda também gravou canções especialmente para trilha sonoras de filmes, como é o caso de "What the Hell Have I?" e "A Little Bitter", para o filme Last Action Hero[80] , e "Would?", para o filme Singles[81] (e acabou mais tarde entrando no álbum Dirt). Outras canções da banda foram usadas em filmes, como "Got Me Wrong", em Clerks,[82] "Again", em Marvin's Room,[83] "Right Turn", em Black Hawk Down,[84] "Them Bones", em Riding Giants[85] e Street Fighter II: The Animated Movie,[86] e "Man in the Box" em The Perfect Storm[87] e Lassie;[88] e em jogos eletrônicos: "Angry Chair" em Doom II, bem como "Them Bones",[89] que também toca na Radio: X, uma das rádios de Grand Theft Auto: San Andreas,[90] além de aparecer em ATV Offroad Fury,[91]Guitar Hero II,[92]Guitar Hero: Smash Hits[93] e Madden NFL 10,[94] enquanto "Would?" aparece em Burnout Dominator,[95][96]Burnout Paradise[97] e Rock Band Unplugged.[98] "No Excuses" está presente em Guitar Hero: Metallica.[99]

Os membros da banda também contribuíram separadamente para trilhas sonoras, com Layne se juntando a Tom Morello (guitarrista do Rage Against the Machine), Stephen Perkins (baterista do Jane's Addiction), Martyn LeNoble (baixista do Porno For Pyros) e Matt Serletic, sob a alcunha de Class of '99, com os covers de "Another Brick in the Wall (Part I)" e "Another Brick in the Wall (Part II)", do Pink Floyd, para o filme The Faculty;[100] e Jerry e Sean com a canção "Leave Me Alone", para o filme The Cable Guy.[101]

Características musicais

Concerto do grupo em Boston, Massachusetts, em 1992.

A música do Alice in Chains tem sido categorizada como rock, hard rock, heavy metal, rock alternativo ou, mais comumente, grunge.[4] Esta última categorização se deve mais à imagem da banda, suas raízes de Seattle, ter surgido na mesma época em que outras bandas da região começaram a chamar atenção da mídia,[4] e por suas mórbidas e introspectivas letras. Este termo, inclusive, sempre foi rejeitado pela banda, não hesitando em mostrar contentamento quando se espalhou a frase "Grunge is dead" ("O grunge morreu") pós-1994.[102] Jerry Cantrell identifica a banda primariamente como heavy metal. Ele contou à revista Guitar World, em 1996: "Nós somos várias coisas diferentes... Eu não sei ao certo qual é a mistura, mas há definitivamente metal, blues, rock & roll, talvez um toque de punk. A parte metal nunca vai embora, e eu nunca quero que ela vá".[103]

O grupo é marcado pelo seu som pesado e lento, devido à influências como Led Zeppelin, Black Sabbath, Van Halen[4] e Metallica, sendo considerada a banda grunge que mais flerta com o heavy metal e descrita pelos críticos como "pesada o suficiente para fãs de metal -- e ainda assim seus temas negros e ataques punks os colocaram entre as primeiras fileiras das bandas grunge de Seattle".[4]

Também é marcado por suas letras depressivas, obscuras e pessimistas, que abordam temas variados em suas canções, desde mortalidade ("Them Bones") à canções de amor ("Love, Hate, Love" e "Rain When I Die"),[14] e temas recorrentes como quanto ao uso de drogas, notadamente no álbum Dirt ("Junkhead", "Godsmack" e "Hate to Feel"),[14] fazendo com que as canções da banda sejam frequentemente consideradas "sombrias".[4] Certas canções do álbum Facelift são reminiscências dos primórdios da banda, ainda mais voltada para o glam rock e hard rock, como "I Know Somethin' ('Bout You)", "Put You Down" e "Killing Yourself", e também há uma canção de puro improviso, do EP Sap, chamada "Love Song". A banda também tem seu lado mais suave em sons acústicos a partir dos EP Sap e Jar of Flies, e enquanto o grupo inicialmente manteve estes lançamentos separados, o álbum intitulado do Alice in Chains combinou os estilos para formar "um som desolado, niilista, que balanceava hard rock nervoso com sons acústicos com texturas sutis".[4]

As canções da banda são todas feitas em afinação mi bemol (Eb), com a exceção de "What the Hell Have I?", que é tocada em (D). Isso se deve ao fato de a afinação em um semi-tom menor soar mais tempo mais pesada que a afinação padrão e mais melancólica que a nota normal. A música da banda também possui distintos aspectos rítmicos, ocasionalmente favorecendo tempos esquisitos, como pode ser encontrado em "them Bones" e "I Can't Remember".[104]

O estilo de guitarra de Jerry Cantrell combina o que Stephen Erlewine da allmusic chamou de "riffs esmurrados e extensas texturas de guitarra" para criar "ritmos em nota menor lentos e chocantes".[4][46] Enquanto as guitarras distorcidas afinadas um semi-tom abaixo misturadas com os vocais distintos de Staley ao estilo "sussurro-para-um-grito"[105] chamavam a atenção de fãs de metal, a banda ainda tinha "um senso de melodia que era inegável", o que introduziu o Alice in Chains a uma audiência pop muito maior fora do underground.[106]

Os Alice in Chains também são notáveis pelas harmonias vocais únicas de Staley e Cantrell, que incluem passagens sobrepostas e duplo vocal principal.[4] Os vocais de Staley, os quais, de acordo com Alyssa Burrows, formam o som distinto do grupo,[107] variam sutilmente em cada álbum deles: do uso constante de gritos inspirados no hard rock, como em Facelift; vocais mais melódicos em Sap, Dirt e Jar of Flies; à adição de efeitos de voz e diminuição de uso de notas mais altas presentes no álbum homônimo, em faixas como "Head Creeps" e "Grind".[108]

Prêmios e indicações

Certificados da RIAA

Estas estatísticas foram compiladas do banco de dados online da RIAA:[6]

Álbuns de estúdio
EPs
  • Sap - Disco de Ouro (18 de janeiro de 1994)
  • Jar of Flies - Disco de Plantina Duplo (19 de setembro de 1995)
Álbuns ao vivo
  • Unplugged (álbum) - Disco de Platina (23 de setembro de 1996)
  • Live (álbum) - (5 de dezembro de 2000)
Compilações
Vídeos

Award Shows

Estas estatísticas foram compiladas através do banco de dados do site The Envelope, do Los Angeles Times:[109]

Referências

  1. abcde Sharpe-Young, Garry. Alice in Chains (em inglês) MusicMight.com. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  2. abcd AIC Maniacs (em inglês) Geocities.com. Visitado em 27 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2009.
  3. Grunge Is Dead Geocities.com. Visitado em 27 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 26 de outubro de 2009.
  4. abcdefghijklmnopq Erlewine, Stephen Thomas. Alice in Chains: Biography (em inglês) allmusic.com. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  5. Erlewine, Stephen Thomas; Prato, Greg. Alice in Chains: Full Biography (em inglês) MTV.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  6. abc Gold and Platinum database (em inglês) Recording Industry Association of America. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  7. Lessons Learned With Jerry Cantrell (em inglês) Grammy.com. Visitado em 19 de janeiro de 2013. Cópia arquivada em 30 de maio de 2012.
  8. ab D'Angelo, Joe (7 de maio de 2002). Layne Staley Died From Mix Of Heroin, Cocaine, Report Says (em inglês) VH1.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  9. ab Alice in Chains: New Album Title, Release Date Revealed (em inglês) Blabbermouth.net (2009-06-11). Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  10. ab Camara, Diego (trad.) (28 de abril de 2009). Alice in Chains: novo álbum será lançado em setembro Whiplash!.net. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  11. THE DEVIL PUT DINOSAURS HERE AVAILABLE NOW (em inglês) aliceinchains.com (2013-05-28). Visitado em 09 de outubro de 2013.
  12. abcdefg Alice in Chains: The History (em inglês) Stargate.net. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  13. Bacus, John. Diamond Lie Press Kit (em inglês) Again: An Alice in Chains Homepage. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  14. abc Turman, Katherine. Alice in Chains: Digging Dirt (em inglês) RIP Magazine (fevereiro 1993) Stargate.net. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  15. Bacus, John. Recording Session Chronology (em inglês) Again: An Alice in Chains Homepage. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  16. Layne Staley Unchained (em inglês) Pandemonium Magazine, vol. 29 Stargate.net (abril 1995). Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  17. abc Alice in Chains - Biography (em inglês) Hip Online (2001-01-31). Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  18. Bacus, John. Alice In Chains Concert Chronology: 1991 (em inglês) Again: An Alice in Chains Homepage. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  19. Staley, Layne. Alice in Metal-Land (em inglês) Stargate.net. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  20. ab Band History (em inglês) ADBDesign.com. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  21. Lopes, Alexandre (2002). Resenhas: SAP (EP/Single) Dying Days.net. Visitado em 27 de janeiro de 2012.
  22. ab Alice in Chains (em inglês) 90sRockers.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  23. abc Thu Aug 3rd - Alice In Chains (em inglês) Events Cassino Ballroom Hampton Beach. Visitado em 28 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 8 de julho de 2011.
  24. Orozco, Marcelo (2002-04-22). Morte de Staley soma tragédia ao grunge Folha Online. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  25. Wiederhorn, Jon. A última entrevista de Layne Staley (em inglês) Dying Days.net. Visitado em 28 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 13 de maio de 2008.
  26. Bacus, John. Alice In Chains Concert Chronology: 1993 (em inglês) Again: An Alice in Chains Homepage. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  27. Sun Red Sun Biography (em inglês) Encyclopaedia Metallum (4 de agosto de 2003). Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  28. Mike Inez (em inglês) no Internet Movie Database
  29. Sheckter, Alan (18 de setembro de 1993). Lollapalooza - JFK Stadium Site, Philadelphia, PA (em inglês) Gray Areas Magazine Grayarea.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  30. abc Huey, Steve. Jar of Flies: Review (em inglês) allmusic.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  31. ab Bacus, John. Alice In Chains Concert Chronology: 1994 (em inglês) Again: An Alice in Chains Homepage. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  32. Shit hits the sheds - USA 1994 - 30 May, 1994 (em inglês) Encyclopedia Metallica. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  33. Shit hits the sheds - USA 1994 - 21 Aug, 1994 (em inglês) Encyclopedia Metallica. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  34. Alice in Chains Biografie (em romeno) Rockul.info (30 de novembro de 2004). Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  35. ab Erlewine, Stephen Thomas. Unplugged: Review (em inglês) allmusic.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  36. Alice in Chains Setlist at Hollywood Palladium, Hollywood, CA,USA (em inglês) setlist.fm. Visitado em 30 de janeiro de 2013.
  37. Unplugged - Alice in Chains: Info (em inglês) Billboard. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  38. Band Biography (em inglês) Below Empty.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  39. Goodman, Dean (16 de maio de 1998). Alice in Chains guitarist breaks free (em inglês) Excite Music News Telia.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 6 de junho de 2009.
  40. Erlewine, Stephen Thomas. Music Bank: Review (em inglês) allmusic.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  41. Huey, Steve. Nothing Safe: Review (em inglês) allmusic.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  42. Alice In Chains lançará CD ao vivo Whiplash!.net (16 de outubro de 2000). Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  43. Sarkis, Thiago (28 de junho de 2001). 'Greatest Hits' do Alice In Chains Whiplash!.net. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  44. Demri Parrott Murphy (em inglês) FindAGrave.com (2005-12-12). Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  45. ab 2006 Band Bio (em inglês) aliceinchains.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2008.
  46. ab Erlewine, Stephen Thomas. Degradation Trip: Review (em inglês) allmusic.com. Visitado em 28 de janeiro de 2012.
  47. Membros do Alice In Chains tocando juntos Rock Online (11 de fevereiro de 2004). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  48. Bruno (29 de março de 2004). Em breve, o Alice In Chains estará de volta Whiplash!.net. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  49. Coutinho, Thiago (4 de fevereiro de 2005). Damageplan e Alice in Chains juntos Whiplash!.net. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  50. Alice In Chains Play "Rooster" On "Decades Rock Live!" (em inglês) Metal Underground (10 de maio de 2006). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  51. Alice In Chains Writing New Material (em inglês) Ultimate Guitar (4 de março de 2007). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  52. Luce, Patrick (15 de agosto de 2006). 'The Essential Alice in Chains' features historic career-spanning 2 CD collection (em inglês) Monsters and Critics.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  53. Andrade, J.M. (26 de abril de 2006). Duff MacKagan em turnê com Alice In Chains Whiplash!.net. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  54. Alice In Chains registra show para DVD Whiplash!.net (7 de novembro de 2006). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  55. Cantrell, Jerry. The Upcoming AIC LIVE DVD! [ligação inativa](em inglês) Alice in Chains Forum aliceinchains.com. Visitado em 29 de março de 2007.
  56. Harris, Chris (23 de fevereiro de 2006). Remaining Alice In Chains Members Reuniting For Summer Gigs (em inglês) MTV.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  57. Roman Candle Baseball & New Material (em inglês) Backstage With the Baldy aliceinchains.com (2007-04-30). Visitado em 29 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 30 de abril de 2007.
  58. Ferraresso, Marcelo (1 de maio de 2007). Alice in Chains compondo para novo álbum Whiplash!.net. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  59. The New Alice in Chains Might Actually Be Good (em inglês) Shoutmouth.com (10 de agosto de 2007). Visitado em 29 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 10 de abril de 2010.
  60. Alice In Chains grava show acústico para CD Whiplash!.net (1 de setembro de 2007). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  61. ab Alice in Chains pode lançar novo CD em 2008 (em inglês) Enter Magazine (14 de novembro de 2007). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  62. Seattle, WA (em inglês) Backstage With the Baldy aliceinchains.com (2 de novembro de 2007). Visitado em 29 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2008.
  63. 2007: Symphony Legacy (em inglês) The Symphony Guild. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  64. Alice in Chains Working With Rush/Foo Fighters Producer (em inglês) Blabbermouth.net (23 de outubro de 2008). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  65. Borell, Gabriel von (11 de abril de 2009). Alice In Chains: disco novo deve sair em setembro Whiplash!.net. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  66. Alice In Chains Sign With EMI - New Album Coming In September Brave Words & Bloody Knuckles (8 de junho de 2009). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  67. Alice in Chains: 'A Looking in View' video available (em inglês) idiomag (8 de julho de 2009). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  68. Alice in Chains: New Single, Video On the Way (em inglês) Blabbermouth.net (26 de junho de 2009). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  69. Moody, Nekesa Mumbi (11 de agosto de 2009). Alice In Chains Scores Elton John For Tribute Track (em inglês) Billboard. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  70. NIN, Alice in Chains, Scars on Broadway, Lamb of God Confirmed For Australia's Soundwave (em inglês) Blabbermouth.net (23 de setembro de 2009). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  71. Press release (em inglês) Rock on the Range 2009 Rock on the Range (13 de fevereiro de 2009). Visitado em 29 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 22 de julho de 2011.
  72. Alice in Chains To Release 'Your Decision' Single (em inglês) Blabbermouth.net (12 de outubro de 2009). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  73. [1]
  74. [2]
  75. Decifre o nome do novo álbum do Alice In Chains.
  76. The Devil Put Dinosaurs Here by Alice in Chains.
  77. Peters, Mitchell. (9 de setembro de 2006). "Old bands, new singers" (em inglês). Billboard Magazine: 9.
  78. abcd Bonini, Alessandro; Tamagnini, Emanuele. Annuario della Musica (2006-2007). Roma: Gremese Editore, 2007. p. 279. ISBN 88-8440-396-0.
  79. abcd AA.VV. El libro blanco del rock. Santiago do Chile: RIL editores, 2009. p. 23-24. ISBN 978-956-284-706-3.
  80. Last Action Hero (1993) (em inglês) no Internet Movie Database
  81. Singles - Original Motion Picture Soundtrack (em inglês) Discogs. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  82. Clerks: Soundtrack info (em inglês) View Askew.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  83. Marvins Room (1996) (em inglês) no Internet Movie Database
  84. Black Hawk Down (2001) (em inglês) no Internet Movie Database
  85. Riding Giants (2004) (em inglês) no Internet Movie Database
  86. Street Fighter II Movie (1994) (em inglês) no Internet Movie Database
  87. The Perfect Storm (2000) (em inglês) no Internet Movie Database
  88. Layne Staley (em inglês) no Internet Movie Database
  89. Official list of songs that inspired music from Doom and Doom 2 (em inglês) Doomworld. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  90. GTA San Andreas: Soundtrack (em inglês) GTA San Andreas.net. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  91. Katayev, Arnold (19 de fevereiro de 2001). ATV: Offroad Fury Review (em inglês) PS2 Game Reviews PSXextreme.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  92. Sinclair, Brendan (10 de outubro de 2006). Final Guitar Hero II tracklist confirmed (em inglês) GameSpot. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  93. Guitar Hero Smash Hits divulga lista das músicas Terra Networks (6 de maio de 2009). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  94. Black Sabbath, Iron Maiden, Judas Priest, Alice in Chains Tracks Featured On Madden NFL 10 Soundtrack Brave Words & Bloody Knuckles (27 de julho de 2009). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  95. Alice In Chains, Killswitch Engage, Shadows Fall Featured On Burnout Dominator Soundtrack (em inglês) Blabbermouth.net (2007-02-27). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  96. EA Unveils Explosive Soundtrack for Burnout Dominator [ligação inativa](em inglês) Electronic Arts (2007-02-26). Visitado em 16 de agosto de 2007.
  97. Alice On the Burnout Paradise Soundtrack [ligação inativa](em inglês) aliceinchains.com (23 de janeiro de 2008). Visitado em 29 de fevereiro de 2008.
  98. Judas Priest, Motörhead, Lamb Of God, Alice In Chains Featured In 'Rock Band Unplugged' (em inglês) Blabbermouth.net (2009-05-18). Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  99. John, Tracey (26 de janeiro de 2009). Metallica 'Guitar Hero' Details Revealed (em inglês) MTV.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  100. The Faculty (em inglês) Sony Music. Visitado em 29 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2007.
  101. Leave Me Alone (em inglês) Jerry Depot Releases Telia.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 13 de maio de 2008.
  102. Adeus Anos 90 Geocities.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2009.
  103. Gilbert, Jeff. Go Ask Alice (em inglês) Guitar World Magazine (janeiro 1996) ADBdesign.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  104. Weingarten, Marc. Unchained (em inglês) Guitar World Magazine (junho 1998) Telia.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2007.
  105. Gill, Chris. Dirt (em inglês) Guitar World Magazine (setembro 1999) aic.gsg2007.de. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  106. Huey, Steve. Facelift: Review (em inglês) allmusic.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  107. Burrows, Alyssa (16 de maio de 2002). Alice in Chains singer Layne Staley dies on April 5, 2002 (em inglês) HistoryLink.org. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  108. Starostin, George. Alice in Chains (em inglês) George Starostin's Reviews starling.rinet.ru. Visitado em 29 de janeiro de 2012.
  109. The Envelope: The Awards Insider (em inglês) Los Angeles Times.com. Visitado em 29 de janeiro de 2012.

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Commons Categoria no Commons
Ouça o artigo (info)
Desculpe, mas ou o seu navegador está com o JavaScript desactivado ou não tem nenhum dos leitores suportados.
Pode fazer a descarga do vídeo ou o de um leitor para assistir ao vídeo no seu navegador.
Este áudio foi criado a partir da revisão datada de 9 de novembro de 2010 e pode não refletir mudanças posteriores ao artigo (ajuda com áudio).

Oficiais

Outros


source: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_in_Chains

Posted in Hard Rock | Leave a comment

Alice Cooper

alice_cooper02

Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde março de 2013). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde janeiro de 2012). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Alice Cooper
Alice Cooper em 2010.
Informação geral
Nome completo Vincent Damon Furnier (1964-1974)
Alice Cooper (1975-presente)
Nascimento 4 de fevereiro de 1948 (66 anos)
Origem Detroit, Michigan
País  Estados Unidos
Gênero(s) shock rock, hard rock, heavy metal, glam metal
Instrumento(s) Vocais
Período em atividade 1964 - presente
Outras ocupações cantor, compositor, ator, DJ
Gravadora(s) Straight Records, Warner Bros, Atlantic, MCA, Epic, Spitfire, Eagle e New West
Página oficial www.AliceCooper.com

Vincent Damon Furnier, mais conhecido por seu nome artístico, Alice Cooper, é um cantor, compositor e ator americano nascido na cidade de Detroit em 4 de fevereiro de 1948[1] , que ficou mundialmente conhecido nos anos 70 por seus shows de rock inovadores e designados para chocar e provocar o público, junto com letras obscenas, obscuras e sangrentas que, junto com seu visual gótico, transformaram Alice em um ícone do rock que continua como fonte de inspirações para artistas de todos os estilos até hoje.

Alice Cooper era originalmente o nome da banda de que Vincent Furnier fazia parte como vocalista, juntamente com Glen Buxton e Michael Bruce nas guitarras, Dennis Dunaway no baixo e Neal Smith na bateria, e com quem lançou sete álbuns, porém a banda acabou se separando e Vincent adotou o pseudônimo Alice Cooper para si mesmo e o adotou como nome legal pouco depois, iniciando sua carreira solo sob esse nome em 1975 com o álbum Welcome to My Nightmare, e já lançou mais dezoito álbuns desde então. As apresentações de Alice tornaram-se célebres pelo uso de vários elementos performáticos baseados em filmes de terror realizadas ao vivo, como guilhotinas, cadeiras elétricas, cobras vivas, bonecas voodoo, sangue falso e muitos outros, com Alice vestindo roupas obscuras e ornamentadas com coisas como patas reais de aranha, cobras vivas, correntes e outras, o que levou os concertos de Alice a serem apelidados de "teatro de terror" pela crítica, um termo que o próprio cantor passou a usar para designar seu trabalho.

Alice também é conhecido por seus trabalhos independentes da música, pois ele já atuou em diversos filmes de terror e também já compôs trilhas sonoras para Televisão e cinema, além de ter se envolvido em diversas campanhas publicitárias sobre assuntos diversos, o que levou a revista Rolling Stone a elegê-lo o "mais amado artista do heavy metal" em 2006, tendo sido incorporado à Calçada da Fama de Hollywood em 2003 e ao Rock and Roll Hall of Fame em 2011 junto com a formação original da banda. Alice continua fazendo turnês até hoje, com um carreira de mais de quarenta anos e cinquenta milhões de discos vendidos ao redor do mundo.

Biografia pessoal

Vincent Damon Furnier nasceu em Detroit, nos Estados Unidos, em 4 de fevereiro de 1948, filho de Ella Mae e Ether Moroni Furnier, ganhando o sobrenome do pai e o primeiro nome em homenagem ao seu tio paterno Vincent Furnier e ao escritor Damon Runyon; Ether era Bispo na Igreja de Jesus Cristo, e seu avô, Thurman Furnier, era apóstolo da mesma igreja, por isso Vincent começou a realizar trabalhos na congregação aos onze anos de idade, onde também participou do coral paroquial.

Em Detroit, Vincent estudou em vários colégios, todos religiosos, até sua família se mudar para a cidade de Phoenix, onde ele começou a frequentar uma escola pertencente a Ordem DeMolay, uma sociedade discreta de princípios filosóficos, fraternais, iniciáticos e filantrópicos, patrocinada pela Maçonaria;[2] Vincent chegou a receber bolsa de estudos integrais para várias faculdades, inclusive a Universidade do Colorado, mas recusou todas as propostas. Tendo sido criado em ambientes religiosos, Vincent sempre se disse "um homem de fé", adepto ao cristianismo conforme lhe foi ensinado em casa, sempre dizendo que suas performances musicais são apenas trabalho sem qualquer tipo de comprometimento com suas opiniões e escolhas pessoais.

A mãe de Vincent, Ella, é viva até hoje mas seu pai, Ether, morreu em 1988 por Falência múltipla dos órgãos; a vida amorosa de Vincent também teve alguns pontos delicados, como a morte por overdose de heroína de Christine Frka, sua namorada em 1972; depois Vincent morou junto com uma moça chamada Cindy Lang até 1975, quando eles se separaram e Cindy processou o cantor por uma pensão alimentícia, mas perdeu o processo já que eles nunca foram legalmente casados. Vincent se casou em 20 de março de 1976 com a bailarina Sheryl Goddard, que fez várias apresentações ao lado do marido, e com quem teve três filhos: Calico, Dash e Sonora. Em novembro de 1983, Sheryl entrou com um pedido de divórcio devido ao alcoolismo do marido (apesar de nunca tê-lo acusado de agressão), mas desistiu e ambos se reconciliaram em 1984, estando juntos desde então.

Carreira musical

A banda Alice Cooper

Em 1964, Vincent se juntou com seus amigos Glen Buxton, Dennis Dunaway, John Speer e John Tatum para participar, sem comprometimento, de um show de calouros anual em Phoenix sob o nome de The Earwigs, dublando músicas dos Beatles e vestidos como seus integrantes; eles venceram o concurso e gostaram de estar em palco, por isso mudaram o nome da banda para The Spiders e decidiram criar suas próprias músicas, com Vincent no vocal, Glen e John Tatum na Guitarra, Dennis no Baixo e John Speer na bateria; eles começaram a fazer apresentações em clubes e bares da cidade, apresentando canções de suas principais influências, como Beatles, Rolling Stones e The Who por exemplo, e em 1965 gravaram seu primeiro single, "Why Don't You Love Me", pouco antes de encerrarem sua vida escolar. Nessa época Vincent adotou o pseudônimo Alice Cooper, apesar de nunca ter explicado se há algum grande significado por trás do nome, e passou a usar esse nome tanto para fins comerciais como também em sua vida particular, já que o registrou em cartório alguns anos depois.

Em 1966, Michael Bruce substituiu John Tatum e o grupo lançou a canção "Don't Blow Your Mind", que se tornou sucesso na rádio local e assim o grupo começou a constantemente viajar para a cidade de Los Angeles para fazer apresentações até se mudar para lá definitivamente em 1967, após Neal Smith assumir o cargo de baterista e a banda mudar seu nome para The Nazz, lançando a canção "Wonder Who's Lovin' Her Now". Em 1968 o grupo decidiu escolher um novo nome, para ser permanente, e Alice Cooper tornou-se também o nome oficial da banda. Alice (como Vincent começou a ser chamado desde então) criou o perfil de palco da banda inspirado em filmes de terror e também criou seu próprio visual gótico e sombrio para, segundo ele, diferenciar, pois ele pensava que já que os rockstars são sempre considerados "heróis", era hora de haver um "vilão" entre eles.

Uma noite após um fracasso na cidade de Los Angeles, onde eles literalmente esvaziaram um clube após tocar por apenas dez minutos, eles foram procurados pelo empresário Shep Gordon, que achava que eles tinham potencial mas não sabiam como usar; Shep arranjou para banda uma audição com o conceituado músico e empresário Frank Zappa, que lhes disse para irem até sua casa às sete horas da noite, mas o grupo se confundiu e eles foram até a residência à sete da manhã, e o fato de se disporem a acordar e tocar tão cedo impressionou Frank o bastante para assinar com a banda um contrato para o lançamento de três álbuns através da Straight Records, uma gravadora iniciante na época. O álbum de estreia do grupo, Pretties for You, foi lançado em 1 de agosto de 1969 e foi um fracasso de público e crítica, chegando apenas a 193ª posição da Billboard 200, a principal parada musical dos Estados Unidos.

Foto promocional da banda original em 1973. Da esquerda para a direita: Glen Buxton, Michael Bruce, Dennis Dunaway, Neal Smith e Alice.

Após o lançamento do álbum o grupo realizou alguns concertos já caracterizados como seus personagens de palco, e numa dessas apresentações ocorreu um incidente que veio a servir de grande divulgação para a banda: durante a performance, Alice atirou uma galinha na plateia achando que ela voaria e escaparia (pois é assumidamente contra qualquer tipo de crueldade com animais), mas ela caiu sobre o público e foi feita em pedações pelos presentes. O ocorrido foi capa de jornais e revistas e tema de reportagens de televisão, e espalhou-se o falso boato de que Alice teria comido a cabeça do animal e bebido seu sangue, o que ajudou a construir o mito popular ao redor dele. Mas mesmo com a divulgação, o segundo álbum da banda, Easy Action, lançado em 1970, também não emplacou. Isso fez com que a banda procurasse o produtor Bob Ezrin pedindo ajuda, e assim o grupo lançou Love It to Death em 1971, que era o fim de seu contrato e última chance de sucesso. A ligeira mudança no estilo musical e a experiência de Bob Ezrin conseguiram enfim agradar o público; o single "I'm Eighteen" se tornou o primeiro sucesso da banda, atingindo a 21ª posição na Billboard Hot 100, a parada de singles americana, e Love It to Death chegou a 35ª posição da Billboard 200, levando a banda a realizar uma turnê maior, estreiando muitos elementos que se tornariam célebres em seus concertos, como cadeiras elétricas, sangue falso, cobras e muitos outros.

Ainda em 1971 a banda assinou com a Warner Bros Records e lançou Killer, que chegou a 21ª posição da Billboard 200 e trouxe sucessos como "Under My Wheels" e "Halo of Flies", mas foi em 1972 que a banda atingiu o estrelato com o álbum School's Out e o single homônimo, que respectivamente chegaram o 2º lugar da Billboard 200 e 7º lugar da Billboard Hot 100, levando a banda a realizar uma turnê por ginásios e arenas na América do Norte e na Europa, quando a banda teve problemas legais, já que muitos adultos temiam a influência negativa que eles podiam exercer sobre jovens e houve muitas petições e pedidos de processo para proibir o grupo de entrar em vários países, mas nenhuma proibição jamais aconteceu.

Em 1973 foi lançado Billion Dollar Babies, o último álbum da banda Alice Cooper; o disco foi um sucesso imediato, chegando ao topo tanto da Billboard 200 quanto da UK Albums Chart, a principal parada do Reino Unido, e o single "Elected" foi outro grande sucesso, fazendo história por ter se tornado, junto com "Bohemian Rhapsody" do Queen, um dos primeiros vídeos de rock produzidos para divulgação de um disco ou de um single. O sucesso do álbum permitiu que a banda realizasse uma nova turnê mundial, dessa vez em maior escala, que quebrou recordes de bilheteria em países como Estados Unidos e Inglaterra; foi nessa época que Alice passou a usar uma guilhotina como recurso de palco, usando-a para decapitar bonecas e também ele mesmo ao fim de cada show, em um truque de mágica que tornou-se célebre e uma marca registrada do grupo, sendo essa a última turnê da formação original junta.

Início da carreira solo e declínio de popularidade

Foto promocional de Alice feita em 1978.

Muscle of Love, de 1973, foi o último álbum da banda junta e não teve o mesmo sucesso dos álbuns anteriores, o que levou o grupo a ter vários desentendimentos; Alice queria manter os elementos teatrais que lhes havia dado popularidade, mas os demais integrantes queriam eliminá-los para dar mais atenção à música, assim o grupo entrou em uma pausa indefinida. Em 1974 foi lançada a bem sucedida coletânea Alice Cooper: Greatest Hits, e nessa época todos os integrantes estavam envolvidos em projetos individuais e assim deixaram o grupo permanentemente; Alice decidiu seguir em frente em carreira solo, com uma nova banda de apoio, e para evitar problemas com relação a direitos autorais com os ex-integrantes o cantor mudou seu nome legalmente para Alice Cooper e lançou "Welcome to My Nightmare" em 1975, que tornou-se um sucesso comercial e um clássico do gênero. Nessa época, o alcoolismo tornou-se um problema sério para Alice e começou a afetar seus performances, e durante um show em Vancouver, no Canadá, ele levou um grande tombo e sofreu ferimentos profundos na cabeça; o cantor foi hospitalizado e enfaixado e mesmo assim voltou horas depois para encerrar o concerto.

Com problemas para se apresentar ao vivo, Alice se concentrou em gravar em estúdio e lançou o álbum Alice Cooper Goes to Hell, que tiveram sucesso moderado na Billboard 200, e assim o cantor voltou aos palcos em 1977 para uma turnê norte-americana onde continuou tendo problemas, por isso ele se internou em uma clínica de reabilitação logo após os últimos concertos e conseguiu se manter sóbrio por um certo tempo. Em 1978, Alice usou sua experiência na clínica como inspiração para o álbum From the Inside, cujo single "How You Gonna See Me Now" chegou a 12ª posição da Billboard Hot 100, e o cantor iniciou uma nova turnê com o tema de palco representando um asilo, sendo esses os últimos trabalhos de Alice nos anos 70.

Alice começou a década de 1980 passando por um grande declínio de popularidade, pois lançou uma sequência de desapontamentos comerciais, já que o cantor usou muitos recursos novos e adotou estilos que desagradaram os fãs mais antigos e não conquistaram novos; Flush the Fashion, de 1980, soava como música New Wave, Special Forces, de 1981, mesmo soando mais pesado continuava no estilo do álbum anterior, Zipper Catches Skin, de 1983, soava como power pop, e DaDa, também de 1983, acabou sendo o último disco do contrato com a Warner Bros Records, sendo que nessa época o cantor voltou a ter problemas sérios com a bebida e sua esposa, Sheryl Goddard, pediu o divórcio em 1983, o que levou Alice a voltar para a reabilitação e conseguir realmente se livrar do seu vício, permanecendo sóbrio desde então.

Retorno e sucesso renovado

Após a nova reabilitação, Alice iniciou um hiato para descansar e passar um tempo em casa; o cantor teve seu retorno em 1986 com o álbum Constrictor, que chegou a 59ª posição na Billboard 200, sendo promovido com uma nova turnê, dessa vez sem incidentes, que ganhou uma nova produção de palco inspirada em filmes de terror que fizeram sucesso na época, como Friday the 13th e Nightmare on Elm Street; aproveitando o sucesso renovado, Alice lançou Raise Your Fist and Yell em 1987, que chegou a 73ª posição da Billboard 200 e entrou nas paradas de vários outros países ao redor do mundo, permitindo que Alice realizasse uma nova turnê mundial, que serviu para solidificar sua carreira solo permanentemente, embora essa turnê tenha sido encurtada pela morte do pai de Alice, Ether, em 1988.

Alice no Canadá em 1996.

Em 1989, Alice lançou Trash, que foi um grande sucesso comercial, chegando a 20ª posição da Billboard 200, a 2ª posição da UK Albums Chart no Reino Unido, e a 5ª posição na ARIA Charts, da Austrália, além de ter se destacado nas paradas de vários outros países europeus, permitindo que Alice realizasse uma nova turnê mundial em uma escala maior, com datas em arenas e estádios e que foi declarada na época a turnê de rock mais lucrativa da história até então. Nessa época também foi lançado o single "Poison", que chegou a 7ª posição da Billboard Hot 100 e a 2ª posição da Uk Singles Chart, do Reino Unido, tornando-se o maior sucesso do cantor até hoje.

Em 1991, Alice lançou Hey Stoopid, que seguiu o sucesso comercial do álbum anterior, e a popularidade do cantor o levou a fazer participações especiais em álbuns de vários artistas, como Use Your Illusion I, do Guns N' Roses, e também participações em filmes, como Freddy's Dead: The Final Nightmare, ambos em 1991, assim como uma conhecida participação na comédia Wayne's World, em 1992. Em 1994, Alice lançou The Last Temptation, um álbum conceitual que trata de assuntos como , tentação e frustrações cotidianas da vida moderna; o sucesso do álbum levou a uma adaptação para quadrinhos, publicados por Neil Gaiman em 1995. Foi o último álbum Alice por um longo tempo; após o lançamento, o cantor continuou realizando turnês até o fim de 1996, depois iniciando um nova pausa para descansar em casa.

Nova pausa, retorno e dias atuais

A nova pausa de Alice acabou em 2000, quando o cantor lançou Brutal Planet e iniciou uma nova turnê promocional por Estados Unidos e Canadá, que se estendeu posteriormente. A nova turnê mundial do cantor foi um sucesso de público e crítica, e originiou o aclamado DVD Brutally Live, em 2001. Ainda em 2001 o cantor lançou Dragontown, também largamente bem recebido, no qual Alice trabalhou de novo ao lado de Bob Erzin; assim como The Last Temptation, o conceito desses dois últimos discos foi criado em cima das perspectivas de fé do cantor sobre fé e reigião, com a crítica apontando que esses discos formam uma trilogia, e também são os melhores trabalhos do cantor.

O cantor seguiu desfrutando de um grande sucesso de público e crítica com o álbum The Eyes of Alice Cooper, na qual o cantor decidiu trabalhar ao lado de músicos jovens, pois segundo ele, o cantor queria aproveitar os talentos da geração musical que se dizia tão inspirada por seu trabalho. A turnê baseada nesse disco teve efeitos visuais em menor escala, dando mais atenção a música, o que levou colunistas e críticos a afirmarem que Alice estava provando a todos que não precisava de exageros para fazer um grande espetáculo musical. Nessa época o sucesso da carreira de Alice lhe rendeu vários prêmios e homenagens dos mais diversos tipos, incluindo uma estrela na Calçada da fama de Hollywood em 2003.

Alice ao vivo na Itália em 2011.

Em 26 de janeiro de 2004, Alice estreou um programa de rádio chamado Nights with Alice Cooper, durante o qual o cantor transmite canções diversas escolhidas por ele, compartilha estórias de sua vida com os ouvintes e também conduz entrevistas com personalidades e artistas de todo o tipo. Em 2005 o cantor lançou Dirty Diamonds, seu maior sucesso nas paradas desde 1994, e durante sua nova turnê foi lançado um novo DVD, Alice Cooper: Live at Montreux 2005, gravado na Suíça. Nos anos que se seguiram o cantor continuou a realizar turnês extensivamente, lançando Along Came a Spider em 2008, e depois lançando material inédito em Welcome 2 My Nightmare, descrito por Alice como uma continuação para seu sucesso de 1975, e seu último disco até agora.

Em 15 de dezembro de 2010, foi anunciado que Alice, junto com a formação original da banda, haviam sido instituídos à Hall da Fama do Rock and Roll; a cerimônia sendo realizada em 14 de março de 2011 e apresentada por Rob Zombie, com participação de todos os intetranges, exceto por Glen Buxton, que morreu em 1997, mas foi substituído por Steve Hunter quando o grupo interpretou as canções "I'm Eighteen" e "School's Out". O cantor já havia iniciado em março de 2011 uma turnê mundial que tem fim previsto para o fim de 2012, que contou com apresentações ao lado de bandas como Iron Maiden e Def Leppard e teve três datas no Brasil, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. O cantor já anunciou que só vai lançar um novo disco no segundo semestre de 2013.

Integrantes

  • Alice Cooper – vocal, guitarra, harmônica (1963–presente)
  • Ryan Roxie – guitarra, backing vocals (1996–2006, 2012–presente)
  • Chuck Garric – baixo, backing vocals (2002–presente)
  • Glen Sobel – bateria, percussão (2011–presente)
  • Tommy Henriksen – guitarra, backing vocals (2011–presente)
  • Nita Strauss – guitarra, backing vocals (2014–presente)

Discografia

A discografia de Alice Cooper consiste em vinte e seis álbuns de estúdio, quarenta e seis singles, cinco álbuns ao vivo e vinte e uma coletâneas, sendo que sete dos álbuns de estúdio foram lançados pela banda Alice Copper, e o restante lançado por Vincent após ele adotar o pseudônimo Alice Cooper para si mesmo.

Para informações sobre os singles e demais lançamentos visite o anexo relacionado a discografia completa do cantor, a seguir estão listados os principais álbuns de estúdio e ao vivo lançados desde 1969:

Lançados com a banda

Carreira solo

Álbuns ao vivo e DVDs

Curiosidades

Broom icon.svg
Seções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
Ajude a melhorar este artigo, integrando ao corpo do texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios.
  • Alice Cooper é casado desde 1976. Sua esposa chama-se Sheryl e eles têm três filhos: Calico, Dashiell e Sonora Rose.[1]
  • Calico trabalha na produção dos shows do pai e atua nas apresentações, representando a enfermeira do insano Alice Cooper.[3]
  • Existe um mito de que Alice Cooper foi um membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias - os Mormons. O que se sabe sobre a religião de Alice Cooper é que ele frequentou a igreja Bickertonita na Pensilvânia, a qual seu avô havia sido apóstolo e seu pai um pastor, até aos 11 anos de idade.[4] Cooper confirmou em entrevista ao site World News Daily que era cristão, mais que não gostava de ser chamado de Celebridade Cristã.[5]
  • Certa vez, durante uma viagem de avião, uma velha sentada ao lado de Alice Cooper, com quem ele havia jogado cartas alguns minutos antes, morreu durante o sono sem nenhuma explicação. Alice Cooper descobriu que estava morta ao tentar acordá-la quando o avião pousava.[6]
  • Em 1972, numa festa de apresentação à imprensa (efetuada dentro de uma lona de circo montada para a ocasião em Chessington Zoo, Londres) ocorreu um outro fato interessante e escandaloso. Na festa foram servidas apenas bebidas alcoólicas, sem nenhuma comida. Quando todos os jornalistas já estavam bêbados iniciou-se o show de uma striper, sendo logo imitada por uma convidada americana e pela maioria dos presentes. Quando a polícia chegou, os jornalistas estavam correndo nus pelo local e fazendo guerra de cerveja. Cinco pessoas foram presas por atentado ao pudor.
  • Em 1988, Alice Cooper declarou, brincando, em uma entrevista, que iria se candidatar a governador do Arizona. Tendo sido mal-interpretado pela imprensa, a opinião pública chegou a acreditar que ele realmente fosse ser candidato, surgindo em todos os cantos sinais de apoio a sua campanha. Políticos influentes ofereceram apoio. Afinal, "se um ator pode ser presidente da república (referindo-se a Ronald Reagan) porque um rock star não pode ser um governador?" Chegou-se a cogitar para lema da campanha "Um homem cheio de problemas para uma época cheia de problemas". Posteriormente, Alice Cooper negou oficialmente a sua candidatura.
  • Em uma das fotos mais famosas, tirada em 1972 por Richard Avedon, Alice Cooper aparece completamente nu, coberto apenas por uma jiboia viva. Para efeitos de divulgação, a foto foi impressa em um imenso caminhão que circulou durante vários dias por Londres, chegando inclusive a passar algumas horas estacionado em frente ao palácio de Buckingham.[6]
  • Alice Cooper interpretou, junto dos Bee Gees, em 1978, Because dos Beatles. A música foi usada para o filme Sgt. Pepper's, no qual Alice faz o papel de Father Sun.
  • Embora nunca tenha matado animais no palco, certa vez Alice Cooper arremessou uma galinha sobre a plateia (segundo ele próprio esperando que ela voasse e escapasse). Como a galinha não voou, foi feita em pedaços pela multidão.[6]
  • No filme "Decline Of Western Civilization Part II", Alice Cooper acusa uma banda de estar roubando suas ideias. No filme, porém, na hora de dizer o nome da banda que o rouba foi colocado um som para cobrir sua voz. A banda era o W.A.S.P., de Blackie Lawless.
  • Alice Cooper é Sênior DeMolay.[7]
  • Alice Cooper teve uma participação especial no álbum Use Your Illusion I da banda de hard rock norte-americana Guns N' Roses. Ele canta dois pedaços da música "The Garden".
  • Alice Cooper, antes da fama, foi amigo de bar de Jim Morrison, falecido vocalista do The Doors. Alice compôs uma música à Morrison chamada "Desperado" do álbum Killer, no ano de seu falecimento.
  • Sua filha Calico participa de muito de seus shows como vítima de Alice, muitas vezes responsável por suas decapitações em palco.
  • Em 2010, participou de anúncios para uma grande empresa eletrônica alemã chamada Saturn, no qual aparece ao lado de Bill Kaulitz, do Tokio Hotel.
  • É chamado por seus fãs brasileiros, carinhosamente, de "Tia" Alice.
  • Fez uma participação especial no filme Dark Shadows, de Tim Burton.

Referências

  1. ab [1] (em inglês) Sickthingsuk.co.uk.
  2. [2] Cavaleirosdaluz.org.
  3. [3] (em inglês) Sickthingsuk.co.uk.
  4. Tackling the Mormon Myth about Alice Cooper (em inglês) Mormonmatters.org (2012). Visitado em 03 de março de 2013.
  5. [4] Wnd.com.
  6. abc Alice Cooper - Prime Cuts Home Video
  7. [5] Superiorpics.com.

Ligações externas

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Alice Cooper
Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Alice Cooper

source: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_Cooper

Posted in Hard Rock | Leave a comment

Alceu Valença

Alceu Valença

Alceu Valença
Alceu Valença em 2013
Informação geral
Nome completo Alceu Paiva Valença
Nascimento 1 de julho de 1946 (68 anos)
Origem São Bento do Una,  Pernambuco
País  Brasil
Gênero(s) MPB, folk, baião, folk rock, frevo
Página oficial Site Oficial

Alceu Paiva Valença (São Bento do Una, 1 de julho de 1946) é um cantor e compositor brasileiro. Seu disco de estreia foi gravado em parceria com Geraldo Azevedo.

Nasceu no interior de Pernambuco, nos limites do sertão com o agreste. Influenciado pelos maracatus, cocos e repentes de viola, Alceu conseguiu utilizar a guitarra com baixo elétrico e, mais tarde, com o sintetizador eletrônico nas suas canções.

Biografia

Alceu Paiva Valença , nascido na cidade de São Bento do Una , nasceu do dia 1 de julho de 1946 , possui hoje 68 anos. O envolvimento de Alceu com a música começa na infância, através dos cantadores de feira da sua cidade natal. Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Marinês, três dos principais irradiadores da cultura musical nordestina, foram captados por ele. Em casa, a formação ficou por conta do avô, Paulo Alves Valença, que era poeta e violeiro. Aos 10 anos vai para Recife, onde mantém contato com a cultura urbana, e ouve a música de Orlando Silva e Dalva de Oliveira, alternando com o ritmo de Little Richard, Ray Charles e outros ícones da chamada primeira geração do rock'n'roll.

Recém-formado em Direito no Recife[1] , em 1969, desiste das carreiras de advogado e jornalista - trabalhou como correspondente do Jornal do Brasil - e resolve investir na música.

Em 1971, vai para o Rio de Janeiro com o amigo e incentivador Geraldo Azevedo. Começa a participar de festivais universitários, como o da TV Tupi com a faixa Planetário.[1] Nada acontece. Nenhuma classificação, pois a orquestra do evento não conseguiu tocar o arranjo da canção.

Em 1980, lança o LP Coração Bobo (Ariola), cuja música de mesmo nome faz sucesso nas rádios de todo o país[1] , revelando o nome de Alceu Valença para o grande público. Apresenta-se em vários estados brasileiros.

Em 1996, ao lado de Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Elba Ramalho participa da série de shows O Grande Encontro, que percorreu diversas cidades brasileiras e registrada pela gravadora BMG no álbum de mesmo nome.

Em julho de 2000, participa da noite "Pernambuco em canto: carnaval de Olinda", no Festival de Montreux (Suíça)[2] , ao lado de Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos e Moraes Moreira.

Em maio de 2003, grava novo projeto ao vivo no Rio de Janeiro (Indie Records), reunindo vários sucessos em um álbum e, pela primeira vez, em DVD. Em julho, é agraciado com o Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria "Melhor cantor regional", pelo álbum De Janeiro a Janeiro, em cerimônia realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ainda nesse mês chega às lojas o álbum Ao vivo em todos os sentidos. Em agosto o DVD do mesmo projeto é lançado.

Em 2009, trabalhou no seu filme Cordel Virtual (a Luneta do Tempo) um musical que não segue a linha de nenhum musical tradicional.[2] No fundo, é um mergulho que faz em sua infância, no seu passado e este tem a trilha sonora das ruas do Nordeste, dos cantadores anônimos, conquistas, violeiros, emboladores, cegos arautos de feira, da música de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, do samba-canção dos anos 50, da música contemporânea brasileira.

Em 2014, o álbum Amigo da Arte foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Regional ou de Raizes Brasileiras.[3]

Alceu Valença em Serra Talhada

Discografia

Álbuns de estúdio

  • 1972 - Alceu Valença & Geraldo Azevedo (aliás Quadrafônico) - (Copacabana) - Vinil / CD
  • 1974 - A Noite do Espantalho (Continental) - Vinil
  • 1974 - Molhado de Suor (Som Livre) - Vinil / CD
  • 1977 - Espelho Cristalino (Som Livre) - Vinil / CD
  • 1979 - Saudade de Pernambuco (não foi lançado até 1998, na série Sertanejo & Forró no JT (Jornal da Tarde), sob o título 10 Alceu Valença) CD
  • 1980 - Coração Bobo (Ariola) - Vinil / CD
  • 1981 - Cinco Sentidos (Ariola) - Vinil / CD
  • 1982 - Cavalo de Pau (Ariola) - Vinil / CD
  • 1983 - Anjo Avesso (Ariola) - Vinil / CD
  • 1984 - Mágico (Barclay/Polygram) - Vinil /CD
  • 1985 - Estação da Luz (RCA Victor) - Vinil / CD
  • 1986 - Rubi (RCA Victor) - Vinil / CD
  • 1987 - Leque Moleque (BMG Ariola) - Vinil / CD
  • 1990 - Andar Andar (EMI/Odeon) - Vinil / CD
  • 1991 - 7 Desejos (EMI/Odeon) - Vinil / CD
  • 1994 - Maracatus, Batuques e Ladeiras (BMG Ariola) - Vinil / CD
  • 1997 - Sol e Chuva (Som Livre) - CD
  • 1998 - Forró de Todos os Tempos (Sony Music) - CD
  • 2001 - Forró Lunar (Columbia) - CD
  • 2002 - De Janeiro a Janeiro (Tropicana Produções) - CD
  • 2004 - Na Embolada do Tempo (Indie Records) - CD
  • 2008 - Ciranda Mourisca (Biscoito Fino) - CD
  • 2014 - Amigo da Arte - (Deckdisc) - CD

Álbuns ao vivo

  • 1976 - Vivo! (Som Livre) - Vinil / CD
  • 1982 - Ao Vivo (Festival de Montreux-Suiça)
  • 1983 - Brazil Night / Ao Vivo Montreux (com Milton Nascimento e Wagner Tiso)
  • 1986 - Ao Vivo (Barclay/Polygram) - Vinil / CD
  • 1988 - Oropa, França e Bahia - ao vivo no Scala 1, RJ (BMG Ariola) - Vinil / CD
  • 1996 - O Grande Encontro - ao vivo em conjunto com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho (BMG Ariola) - CD
  • 1999 - Todos os Cantos - ao vivo em Olinda, Recife e no Montreux Jazz Festival - (Abril Music)
  • 2000 - O Grande Encontro 3 - ao vivo em conjunto com Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho
  • 2003 - Em Todos os Sentidos (Indie Records) - CD / DVD
  • 2006 - Marco Zero - Ao Vivo (Indie Records) - CD / DVD
  • 2014 - Valencianas (Ao Vivo) - Alceu Valença & Orquestra Ouro Preto (Deckdisc) - CD / DVD[4]

Coletâneas

Ligações externas

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Alceu Valença
Accordrelativo20060224.png Este artigo sobre um(a) músico(a) é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
source: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alceu_Valença

Posted in Pop Nacional | Leave a comment

Alanis Morrissette

alanis_morissette-wallpaper-

Alanis Morissette
Alanis Morissette durante apresentação em 19 de maio de 2014.
Informação geral
Nome completo Alanis Nadine Morissette
Nascimento 1 de junho de 1974 (40 anos)
Origem Ottawa, Ontário
País  Canadá
Gênero(s) Rock alternativo, pop rock, post-grunge
Instrumento(s) Vocais, piano, guitarra, flauta, harmônica
Período em atividade 1987-presente
Outras ocupações Atriz, compositora, produtora musical
Gravadora(s) MCA, Maverick, Warner Bros. Records, Collective Sounds, Sony Music
Página oficial www.alanis.com

Alanis Nadine Morissette (Ottawa, 1 de junho de 1974) é uma cantora, compositora, produtora e atriz canadense,[1] vencedora de 13 Junos e 7 Grammys. Desde 1991, já vendeu mais de 70 milhões de cópias em todo mundo.[2] Sua voz é considerada mezzo-soprano.[3]

Iniciou sua carreira no seu país natal, e ainda na adolescência gravou dois álbuns dance-pop, Alanis e Now Is the Time, pela gravadora MCA Records Canadá. Seu primeiro álbum internacional foi Jagged Little Pill, que trazia mais influências do rock, e até hoje é o álbum de estreia por uma mulher mais vendido nos Estados Unidos, e o álbum de estreia mais vendido ao redor do mundo, com mais de 33 milhões de exemplares em todo o globo.[4][5][6] Seu álbum seguinte, Supposed Former Infatuation Junkie, foi lançado em 1998 e também obteve muito sucesso. Alanis foi a cantora mais bem sucedida na década de 1990 e até 2002 era uma das cantoras mais bem pagas do mundo. Morissette passou a atuar também como produtora em seus álbuns seguintes, que incluem Under Rug Swept, Feast on Scraps e So-Called Chaos. Em 2005 Alanis regravou as músicas de seu primeiro álbum no formato acústico, comemorando dez anos de seu lançamento, compondo o álbum Jagged Little Pill Acoustic. Flavors of Entanglement foi o sétimo álbum de estúdio gravado por Alanis, em colaboração com Guy Sigsworth, com sonoridade eletrônica, lançado em 2008. Foi o último álbum da cantora com o selo da gravadora Maverick Records que lançou seus discos desde 1995.[7][8] Em 2012 Alanis lançou o álbum Havoc and Bright Lights.

Biografia

Alanis Morissette nasceu em Ottawa, Canadá.[9] É filha de Georgia Mary Ann Feuerstein, uma professora húngara, e Alan Richard Morissette, um diretor de escola franco-canadense.[10][11][12][13] Alanis tem um irmão gêmeo, Wade Morissette, que nasceu 12 minutos depois dela[14] e um irmão mais velho, Chad Morissette. Com seis anos ela começou a tocar piano, fazer ballet e escrever diários, começando a se expressar através da música. Durante seus anos no ensino médio, ela estudou nos colégios Immaculata High School e Glebe Collegiate Institute em Ottawa.[15]

A família Morissette era amiga de longa data da dupla "Lindsay and Jacqui", que voltando de uma turnê, recebeu em sua caixa de correio uma fita cassete gravada pela própria Alanis. A fita continha um chat dela com a dupla, sobre sua música favorita na época, Living in a Material World, da Madonna, e a gravação de Alanis cantando-a. Logo depois, uma frase de Alanis: Essa também é minha música favorita! E eu escrevi! Seguida da gravação de "Fate Stay With Me" (ainda sem nome na fita) composta por ela com apenas 9 anos, sendo assim, sua primeira música. Lindsay se lembra de chamar a colega e dizer: Hey, tem um talento aqui! Ele se lembra que a música não tinha nem estrutura, mas que Alanis tinha tudo o que precisava para ser uma estrela. Ele passou a recrutar Alanis como sua colega de trabalho, ensinando-a a compor músicas. Quando os pais de Alanis estavam fora, eles foram até seu estúdio, que ficava na própria casa de verão da dupla, e com a "cama" da música já feita por ele, Alanis gravou os vocais. O objetivo era ser uma surpresa para a família Morissette, e Georgia mal conseguiu segurar as lágrimas quando ouviu pela primeira vez. Mas como o estúdio de Lindsay era pequeno, em 1985 Alanis e ele foram para Toronto, gravar num estúdio maior, e com mais qualidade. Assim, eles tinham várias músicas gravadas, e foram lançadas como Single "Fate Stay With Me", e no Lado-B do vinil, "Find The Right Man", escrita por ela aos 10 anos.[16]

Outra pessoa importante na carreira de Alanis foi o produtor Stephen Klovan, que a encaminhou para competições de canto, e juntou-a com Leslie Howe, compositor pop de Ottawa e técnico de gravação.[17] Durante 1986, ela participou regularmente de um programa de TV na Nickelodeon, You Can't Do That on Television.[18] Em 1987, Alanis competiu pela primeira vez no Rising Star Talent Competition, uma competição amadora em Toronto no Canadian National Exibition. Nesta mesma época Alanis fazia a abertura de campeonatos esportivos cantando Oh Canada, o hino nacional do Canadá. Em uma audição em Nova Iorque, Alanis fez parte do Star Search, uma competição popular nos Estados Unidos na qual ela usou o nome de Alanis Nadine, seu primeiro sobrenome. Em 1988, no Canadá, Alanis assinou um contrato com a MCA Records que a ajudou a pagar seu contrato com uma das gravadoras independentes.[19] O contrato com a MCA foi de dois discos, os quais Alanis lançou em 1991 Alanis e em 1992 Now Is The Time. Terminado o contrato, Alanis viajava para Los Angeles e Nashville conhecendo o maior número de produtores e músicos possível. Em 1994, se mudou para Los Angeles e conheceu Glen Ballard, produtor do seu primeiro disco internacional, Jagged Little Pill.

Carreira musical

1985: Primeiro demo

Morissette gravou seu primeiro demo chamada "Fate Stay With Me", produzido por Lindsay Thomas Morgan na Marigold Studios, em Toronto, projetado por Rich Dodson da banda de rock clássico canadense, The Stampeders.[20]

1991-1992: Alanis (1991) e Now Is the Time (1992)

Aos treze anos, Alanis foi apresentada a Leslie Howe por Stephan Klovan, e eles começaram a escrever músicas juntos. Alanis assinou um contrato com a gravadora MCA Records, que lançou seu primeiro álbum, Alanis, apenas no Canadá, em 1991. Este disco, no estilo dance-pop, ganhou um disco de platina no Canadá.[21] Durante o mesmo período, ela fazia a abertura de shows para o rapper Vanilla Ice.[22] Alanis foi nomeada a dois Junos Awards: "Cantora Mais Promissora do Ano", o qual ela ganhou, e "Single do Ano" e "Melhor Clipe de Dança".[23]

Em 1992, foi lançado seu segundo álbum, Now Is the Time, um disco de baladas com menos batidas pop e com letras mais trabalhadas.[24] Como seu primeiro disco, Now Is the Time foi lançado apenas no Canadá. Vendeu um pouco menos que o primeiro disco e foi um fracasso comercial.[24][25] Seu contrato de dois discos com a MCA foi finalizado e Alanis ficou sem um contrato com qualquer gravadora.

1993-1997: Mudança para Los Angeles e Jagged Little Pill (1995)

Em 1993, Morissette foi apresentada a gerente Scott Welch.[26] Welch disse que ficou impressionado com a sua "voz espetacular", seu caráter e suas letras. Na época, ela ainda vivia com seus pais.

Em fevereiro de 1994 em busca de renovação no seu trabalho e procurando alguém com quem pudesse colaborar musicalmente. Alanis já havia se encontrado com várias pessoas com quem pudesse trabalhar, quando conheceu Glen Ballard em Los Angeles, o futuro produtor de seu primeiro disco internacional.[27]

No mesmo dia em que Alanis conheceu Glen Ballard, ambos compuseram uma música chamada The Bottom Line, a qual os fizeram perceber que poderiam compor boa música juntos. Trechos desta composição fazem parte da música "All I Really Want": "…And you'll hear the sound of pretenses falling…", embora ela nunca tenha sido divulgada oficialmente. Foi um encontro que se seguiu de muitos outros, nos quais as músicas do disco Jagged Little Pill foram compostas e co-escritas por Alanis e Glen Ballard.

Jagged Little Pill foi lançado internacionalmente no dia 13 de Junho de 1995.

Cada música de Jagged Little Pill foi escrita em cerca de trinta minutos e, em menos de um dia, a música já estaria gravada. Foi um processo em que se queria captar o sentimento e a qualidade do momento num menor espaço de tempo. Glen Ballard ofereceu a Alanis tal liberdade para escrever sobre o que quisesse, no sentido oposto do que outros produtores a aconselhavam fazer. Não se pensava na melodia mais de duas vezes. A primeira melodia que encaixasse bem na letra seria a melodia final da música e não havia nada planejado ou premeditado nas gravações dessas músicas. A métrica das letras em Jagged Little Pill não são uniformes e muitas vezes os versos não rimam, fazendo da composição algo inusitado. As letras de Jagged Little Pill são autobiográficas e autoanalíticas e mostram bem o que Alanis queria expressar na época.[27] Ela é frequentemente perguntada sobre toda a raiva de Jagged Little Pill, e ela diz que o único jeito de liberar o que ela sentia era escrevendo. Jagged Little Pill: Live, DVD lançado logo após sua primeira turne internacional, presta contas sobre a ferocidade e vulnerabilidade expressas nas músicas de Jagged Little Pill.

Após ter algumas músicas em mãos, como "You Oughta Know" [28] "Perfect" e "Ironic", Glen e Alanis apresentaram versões demo das músicas para várias gravadoras, mas ficaram frustrados pela alta rejeição inicial que o trabalho sofreu. Foi quando Guy Oseary, que trabalhava na Maverick Records soube de Alanis através de uma fita demo e mandou chamá-la aos estúdios para apresentar algumas músicas. Após colocar a música Perfect para tocar, Guy Oseary sabia que teria que trabalhar com Alanis. Todos ficaram surpresos com seu estilo de escrita e composição e com sua voz.[27] Na saída do estúdio Alanis assinou o contrato com a Maverick Records.

No início de Junho de 1995 Alanis iniciou sua primeira turnê, The Club Tour, onde Alanis juntamente com seus colegas de banda e com o gerente da turnê, David Ellison, viajaram em uma van pelos Estados Unidos fazendo shows. A turnê durou cerca de um ano e meio, sendo que nos três primeiros meses os shows eram realizados em pequenos clubes, pubs e bares com capacidade, em média, para 200 pessoas.[27]

De um dia para outro, Alanis estava cantando em grandes estádios e suas músicas sendo escutadas em todo o mundo. O sucesso aconteceu muito rápido. No documentário de comemoração dos 10 anos de Jagged Little Pill, Alanis confessa: "Eu não sabia de nenhuma versão disso que soasse mais natural para mim. Isso é o que se faz: você vai de pequenos clubes para estádios de futebol!".[27] De clubes com espaço para 200 pessoas para estádios com capacidade para mais de 200.000 pessoas, Alanis e alguns de seus companheiros de turnê ficaram assustados com o tremendo sucesso de suas músicas.[27]

Praticamente todas as faixas viraram hit: "You Oughta Know", "Ironic", "You Learn", "Head over Feet", "Hand in My Pocket" e "All I Really Want". O disco, com 12 músicas, teve 6 singles. Alanis recebeu seis indicações para o Grammy e na noite da premição Alanis desbancou Mariah Carey, até então a grande favorita. Também ganhou três Video Music Awards na MTV, chegando à impressionante marca de mais de 30 milhões de cópias vendidas.[29]Jagged Little Pill foi até então, o primeiro álbum de estréia de uma cantora com apenas 21 anos de idade a atingir esta quantidade de vendas.[30][31]

1998-2000: Supposed Former Infatuation Junkie (1998) e Alanis MTV Unplugged (1999)

Após uma extensa e intensa turnê, Alanis passou os próximos seis meses editando vídeos, que acabaram resultando no DVD Jagged Little Pill: Live, uma coletânea de seus shows da primeira turnê.

Após ser lançado o documentário, Alanis gravou a trilha sonora do filme City of Angels com a música "Uninvited", o que fez com que Alanis compusesse fora da pressão que seria lançar um novo álbum.

Após o grande sucesso de Jagged Little Pill, Alanis ficou assustada com o mundo da fama, com o estronsoso sucesso que suas músicas fizeram mundialmente e com a responsabilidade que trazia seu trabalho. No ano de 1997 Alanis viajou para a Índia com sua mãe, suas tias e alguns amigos com um propósito em mente; "estar em um lugar onde não pudesse ser reconhecida".[27] Alanis voltou aos Estados Unidos em dúvida sobre se seguiria com um novo álbum, por um lado pela vulnerabilidade que seria ser uma cantora famosa, pela expectativa criada sobre seu próximo álbum e por não ter processado bem o sucesso de Jagged Little Pill.

Mesmo diante da expectativa e da pressão que seguiria, Alanis compôs músicas distintivamente diferentes das de Jagged Little Pill. A primeira música composta para este disco foi "Heart of the House", inspirada em sua mãe. Com letras em forma de prosa como "I Was Hoping", "Front Row", músicas sem refrão como "The Couch", "Would Not Come", e músicas com melodias mais simples como "Your Congratulations" e "Are You Still Mad", Alanis varia seu estilo musical optando por sonoridades mais suaves introduzindo violinos e violoncelos ao repertório de instrumentos, compondo melodias cruas e obscuras, porém mais sonoras e harmoniosas do que em Jagged Little Pill.

Duas músicas deste álbum foram indicadas ao Grammy, "Thank U" e "So Pure". So Pure foi a 1º canção ao vivo a ser indicada ao Grammy de melhor performance vocal feminina no Festival de Woodstock de 1999.[32][33]Supposed Former Infatuation Junkie possui dezessete faixas e foi lançado internacionalmente no dia 3 de novembro de 1998, conseguindo vender 1 milhão de cópias no mundo no seu 1º dia de estreia.[34]

Em 1999 gravou Alanis MTV Unplugged, um especial da MTV no consagrado formato acústico. Com esse lançamento, a cantora entrou novamente na lista dos mais vendidos em todo mundo. Nesse álbum, Alanis opta por uma gama de sons mais complexa, composta por percussões e cordas. Sucessos seus, antes pesados, ganharam andamentos mais lentos e leves, arranjos delicados ao violão e vocal mais trabalhado.

Fez um cover do clássico "King of Pain", do The Police, a faixa "Uninvited" foi consagrada em formato acústico, gravada originalmente na trilha do filme City of Angels, além de novas versões dos maiores hits da sua carreira, fizeram de Alanis Morissette uma das mais bem sucedidas cantoras de todos os tempos.

2001-2003: Under Rug Swept e Feast on Scraps (2002)

Under Rug Swept, foi o primeiro no qual Alanis participou da produção com suas próprias mãos numa tentativa de provar para si mesma que poderia produzir um disco. O disco lançou hits como "Hands Clean" e "Precious Illusions", e ainda a música "Utopia", lançada de graça pela Internet em solidariedade aos ataques de 11 de Setembro de 2001.[35][36]

Optando por guitarras distorcidas e por batidas mais grunges e composições mais maduras que lembravam a temática feminista do seu primeiro álbum, Under Rug Swept foi lançado no dia 26 de Fevereiro de 2002 com onze músicas. As vendas deste álbum não chegaram perto do que foram seus álbuns antecessores, mas tanto tecnicamente quanto artisticamente e profissionalmente Alanis ficava mais madura em seu trabalho e em suas performances.[37]

Durante a produção deste disco Alanis ameaçou romper o contrato com a Maverick Records alegando insuficiente divulgação dos seus discos, muita pressa para que lançasse um novo álbum e divisão desigual dos lucros junto à gravadora. Alanis teve que contratar advogados para simplesmente "ter um diálogo com os empresários da gravadora que não sabem nada sobre nutrição". O lançamento do álbum foi prorrogado porque Alanis se viu em uma situação crítica. Ela alegou em auditorias ao governo norte-americano criticando as bases contratuais da gravadora, que mantinham práticas contratuais incompatíveis com a arte. Ela disse estar acostumada em ter os produtores ao seu lado como "abafadores" do mundo externo fora dos estúdios enquanto ela podia mergulhar na sua arte. Ao mesmo tempo ela havia de produzir o disco e manter os empresários por perto, enquanto estes a pressionavam para lançar o disco. Alanis se viu com muita coisa para lidar e não tinha condições de manter as negocioções em suas próprias mãos. Alanis ameaçou cancelar o contrato com a gravadora e se viu tendo que jogar as músicas do álbum fora e nunca mais lançá-las. Madonna, a então dona da gravadora se encontrou pessoalmente com Alanis pedindo-a para permanecer. Alanis permaneceu com a Maverick Records. Ironicamente, ou não, a ameaça de romper o contrato com a gravadora rendeu dois álbuns de estúdio no mesmo ano: Under Rug Swept e Feast On Scraps.

Alanis Morissette durante apresentação no Brasília Music Festival, em 2003.

Muitas músicas já compostas lançadas juntamente com um DVD de um show em Rotterdam, na Holanda. Feast on Scraps foi lançado no dia 10 de Dezembro de 2002 contendo nove músicas. Este é um álbum bem peculiar dentro do padrão musical da cantora, em que são utilizadas muitas guitarras distorcidas, sobreposiçôes vocais, tempos mais rápidos e instrumentos "orientais". As letras deste disco falam muito do sentimento que a pressão da mídia, a aparência pública e o grande sucesso a fez sentir trabalhando no mundo da música.

2004–2005: So-Called Chaos, Jagged Little Pill Acoustic e The Collection

Em Maio de 2004, Alanis lança o álbum So-Called Chaos, produzido juntamente a Tim Thorney e John Shanks. Ela se afirma, num álbum autoral e confessional, compondo músicas que sintetizam seus esforços passados e sua maturidade. A maior parte das gravações foi realizada em Santa Mônica, na Califórnia, com performances executadas pela sua banda de turnê, os guitarristas David Levita e Jason Orme, baixista Eric Avery, tecladista Zac Rae, baterista Blair Sinta.

So-Called Chaos tem dez faixas e o estilo transita entre pop rock e post grunge remontando alguns efeitos eletrónicos. As composições são mais claras e suaves se comparadas com seus álbuns antecessores, os refrões mais pesados e o vocal mais contido do que em Jagged Little Pill ou Feast On Scraps. É um álbum que se destaca na discografia da cantora pelas letras serem mais irônicas do que em seus álbuns antecessores, com a métrica encaicada junto à melodia; além do fato que Alanis cortou curto seu cabelo, marca de sua imagem, durante a turnê para o álbum.

No dia 13 de junho de 2005 seu CD de maior sucesso, Jagged Little Pill, completou 10 anos de lançamento, e Alanis aproveita a data comemorativa para gravar Jagged Little Pill Acoustic, disco que reúne 12 versões acústicas e reflexivas do álbum mais famoso da trajetória musical da cantora.

Optando por instrumentos orgânicos e um arranjo bem mais elegante que na versão original, Jagged Little Pill Acoustic explora a evolução das músicas de Jagged Little Pill ao longo dos seus dez anos de existência. Glen Ballard voltou a colaborar com Alanis neste álbum. O disco não fez tanto sucesso,[38] mas Alanis confessa que deve respeito e honra pelas músicas neste disco.

Na mesma época, Alanis gravou um documentário de comemoração dos dez anos de Jagged Little Pill. O documentário se chama "Diamond Wink Tour: Honoring Ten Years of Jagged Little Pill". No documentário Alanis fala sobre sua trajetória artística desde os momentos que precederam o lançamento de Jagged Little Pill até o ano de 2005, quando decidiu regravar as músicas que criou dez anos atrás.

No dia 15 de novembro de 2005 Alanis faz um compilação dos grandes sucessos de sua carreira com a coletânea The Collection, que inclui dentre as canções gravadas anteriormente a cover de "Crazy", do cantor Seal e "Let's Do It (Let's Fall In Love)" gravada originalmente para a trilha do filme De-Lovely. O disco também chegou às lojas em uma edição especial contendo um DVD com um documentário sobre a cantora.

Ainda em 2005, Alanis compõe a canção "Wunderkind" para a trilha sonora do filme The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe, que lhe rendeu uma indicação para o Globo de Ouro de melhor composição original, prêmio este que não ganhou.[39]

2006-2010: Flavors of Entanglement (2008) e saída da Maverick Records

Em 2007 a cantora mostrou sinais de que estava voltando à cena depois de dois anos sem aparecer formalmente, com um show no Hotel Café em Hollywood cantando uma versão bem particular de "Guerilla Radio" da banda Rage Against The Machine e cantou em público pela primeira vez "Not as We", música presente em Flavors of Entanglement.

Flavors of Entanglement foi lançado no dia 30 de Maio de 2008. O disco tem 11 faixas e foi produzido juntamente com Guy Sigsworth, conhecido por suas composições e produções eletrônicas (Björk). Optando por arranjos largamente diferentes de seu estilo musical, Alanis experimenta mixagens eletrônicas na maior parte das músicas deste disco. Flavors of Entanglement ganhou o Juno Awards de "Melhor Álbum Pop" do Ano de 2009 no Canadá.

Alanis voltou à cena fazendo shows junto com a banda Matchbox Twenty e com a banda Mute Math, para então, depois de dois meses abrir sua própria turnê Flavors of Entanglement Tour que se iniciou na Europa na primeira metade de 2008, foi para a América do Norte no mês de Setembro de 2008 e, no início de 2009, chegou à onze cidades brasileiras e alguns países da América Latina.

Em junho de 2009 Alanis confirmou o fim do contrato com a gravadora Maverick Records, com a qual vinha lançando seus CDs desde 1995. Depois de lançado Flavors of Entanglement, acreditava-se que Alanis renovaria seu sucesso se as músicas certas tivessem sido lançadas como singles pela gravadora. O single "Underneath" fez sucesso moderado;[40] depois foi lançado "Not as We" como single, mas sem o sucesso esperado.[41] O rompimento do contrato teve como motivos principais exigências contratuais que Alanis e sua banda não poderiam atender e aos problemas de marketing e negociação de seus álbuns.[42]

Terminada sua turnê, Alanis atuou na série de TV chamada Weeds e em algumas peças de teatro.

Alanis correu duas maratonas no fim de 2009. Foram 34 quilômetros na maratona Bizz Johnson Trail Marathon, com o tempo de 04:17:03, realizada em Susanville, na Califórnia no dia 11 de Outubro; e 40 km com o tempo de 4:28:45 na Maratona de Nova Iorque do dia 1º de Novembro. Alanis levantou verba para a Associação Nacional de Distúrbios Alimentares (NEDA - National Eating Disorders Association.[43][44]

2011-presente: Havoc and Bright Lights (2012)

Em entrevistas, Alanis disse estar escrevendo um livro. quando ainda noiva de Ryan Reynolds Alanis começou o livro mas colocou-o de lado num momento em que sua "vida estava mudando muito e que não era um bom momento escolher uma data para o lançamento de um grande livro", disse ela. O livro será como "um serviço para ela mesma e "definitivamente não será uma autobiografia".[45] Após a turnê de Havoc and Bright Lights terminar, Alanis confirmou em entrevistas que vai trabalhar no lançamento do livro, previsto para o ano de 2013.

No dia 28 de Fevereiro de 2010 Alanis se apresentou na cerimônia oficial de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 em Vancouver, no Canadá, cantando a música "Wunderkind", composta originalmente para a trilha sonora do filme As Crônicas de Narnia.

Em abril de 2010, Alanis Morissette lançou a música "I Remain" como parte da trilha sonora do filme Prince of Persia.[46] No início de 2011 Alanis lançou ainda a música "Professional Torturer", originalmente produzida e composta para o espetáculo de teatro e cinema Radio Free Albemuth, dos quais Alanis participou.

Em 26 de maio de 2010, ela cantou "You Oughta Know" junto com Crystal Bowersox, no final da temporada do American Idol.[47]

Em 23 de maio de 2011, Alanis postou na plataforma online SoundCloud uma música chamada "Into a King". Produzida em conjunto com seu até então produtor Guy Sigsworth, a música foi divulgada através do Facebook e do Twitter da artista e foi feita em homenagem a seu aniversário de casamento com Souleye.

Havoc and Bright Lights, seu oitavo álbum de estúdio, foi lançado internacionalmente em datas independentes em cada país após o dia 28 de Agosto de 2012. Oficialmente com 12 faixas e com mais algumas faixas extras na versão especial, o álbum foi produzido juntamente com Guy Sigsworth e Joe Chicarelli remontando um pouco do teor eletrônico de seu álbum anterior, mas de maneira mais madura, cuidadosa e medida. Utilizando-se de harmonicos e sobreposições vocais nos refrões, uma marca registrada da cantora, a sonoridade das músicas remonta a de seu primeiro àlbum Jagged Little Pill e de Feast on Scraps. As músicas se referem a uma variedade de assuntos que giram entre o tema da maternidade e do casamento, assim como da fama[48] e do feminismo.

O álbum foi gravado na própria casa de Alanis em Los Angeles tendo visto o fato de que mesmo querendo gravar um novo álbum, Alanis queria estar intensa e permanentemente presente nos primeiros anos de vida de seu filho Ever Irme Morissette Threadway, com seu marido Mario Threadway, artista do hip-hop americano. Seu marido abriu seus shows tocando rap e hip-hop. Nas apresentações ao vivo Alanis passou a utilizar-se do playback cantando por cima das gravações durante os refrões de suas músicas novas para fazer uma espécie de composição vocal harmonica que faz manter a sonoridade original das músicas do álbum, fugindo da pegada acústica que vinha aparecendo na turnê para Flavors of Entanglement. Em 2012 Alanis fez turnê na Europa,[49] no Brasil[50] e na América do Norte.[51]

Primeiro single do álbum, "Guardian", foi lançado no iTunes em 15 de maio de 2012, perto da data de lançamento do videoclipe.[52] Segundo single, "Lens", foi lançado no dia 31 de julho de 2012.[53] "Receive", é o terceiro single do álbum, e foi lançado em 3 de dezembro do mesmo ano.[54] "Empathy", é o quarto single do álbum, e foi lançado em 21 de maio de 2013. Alanis também lançou um DVD ao vivo chamado Alanis Morissette: Live at Montreux 2012 no qual ela promove seu último álbum.

Em 2014 Alanis compôs a música "Today" para a campanha política de Marianne Williamson, a qual concorreu ao 33º Distrito Congressional da Califórnia, nos Estados Unidos.

Carreira como atriz

Em 1986, Alanis fez seu primeiro papel como atriz: cinco episódios de um programa de televisão infantil chamado You Can't Do That on Television, no ar pelo canal Nickelodeon. Ela apareceu no palco com a Orpheus Musical Theatre Society em 1985 e 1988.[55]

Em 1993, ela apareceu no filme Just One of the Girls como Corey Haim, a qual ela descreveu como "horrível".[56]

Em 1999, Alanis atuou novamente, pela primeira vez desde 1993, interpretando Deus no filme de Kevin Smith, Dogma, numa atuação curta e muda e ainda contribuiu com a trilha sonora do filme com a música "Still". Ela teve que recusar o papel feminino principal, e na época em que sua agenda permitiu que gravasse, seu papel não envolveu muito diálogo e rendeu uma pequena aparição no final do filme. Ela também apareceu na comédia da HBO Sex and the City e Curb Your Enthusiasm, e participou da peça Monólogos da Vagina.

No final de 2003, Alanis apareceu na peça The Exonerated como Sunny Jacobs. Em abril de 2006, a MTV anunciou que Alanis faria a reprise da peça em Londres de 23 a 28 de Maio.[57]

Em Julho de 2004 ela atuou no filme autobiográfico de Cole Porter, De-Lovely, no qual ela cantou a música "Let's Do It (Let's Fall in Love)" e teve um breve papel como dançarina.

Em 2006, ela foi convidada para um episódio de Lovespring International como uma mendiga chamada Lucinda. E também foi convidada a participar de três episódios de Nip/Tuck, fazendo o papel de uma homossexual chamada Poppy, namorada da personagem Liz que foi interpretada por Roma Maffia.

No site oficial de Alanis, foi anunciado que ela esta numa adaptação da novela de Philip K. Dick's, Radio Free Albemuth. Alanis interpretou Sylvia, uma mulher que se recuperou de um linfoma.

Em Maio de 2009, Alanis entrou para o elenco do seriado Weeds, interpretando a Drª. Audra Kitson, uma obstetra que trata a personagem principal Nancy Botwin.[58]

Recentemente foi divulgado em seu site o trailer do filme My Mother´s Red Hat, onde Alanis atua junto Alicia Silverstone.

Em Janeiro de 2010, Alanis participou da peça de teatro An Oak Tree, em Los Angeles, atuando como ela mesma. Em abril, ela foi confirmada na sexta temporada de Weeds, continuando seu papel como a Dra. Audra Kitson.[59]

Em 2012, fez uma participação no episódio "Travel Day", da série de TV Up All Night como Amanda.[60]

Vida pessoal

Ela namorou o ator e comediante Dave Coulier por um curto tempo no início de 1990.[61] Em uma entrevista dada em 2008 para o jornal canadense Calgary Herald, Coulier afirmou ser o ex-namorado que inspirou a canção "You Oughta Know".[62] Morissette, no entanto, tem mantido o silêncio sobre o tema da canção.[63]

Morissette encontrou o ator canadense Ryan Reynolds na festa de aniversário da atriz Drew Barrymore em 2002, depois disso o casal começou a namorar.[64] Eles anunciaram o noivado em junho de 2004.[62] Em fevereiro de 2007, representantes de Alanis e Reynolds anunciaram que eles tinham decidido terminar o noivado.[65] Morissette afirmou que seu álbum Flavors of Entanglement foi criado a partir de sua dor depois do rompimento, dizendo que "foi catártico".[66]

Alanis vive em Los Angeles desde 1994. Em 2005 Alanis se naturalizou norte-americana adquirindo cidadania americana. Alanis se autodenomina 'canadense-americana'.[67]

Em 22 de Maio de 2010 casou-se com o rapper Mario Souleye Treadway.[68][69] Em 25 de Dezembro de 2010 nasceu o primeiro filho do casal, chamado Ever Imre Morissette-Treadway.[70][71]

Morissette e vegan[72] e ecologista.[73] Em 2009, ela foi nomeada como a vegetariana mais sexy do mundo pela PETA.[74]

Turnês

  • 1991: Vanilla Ice Tour (abertura dos shows)
  • 1995: Jagged Little Pill/Intellectual Intercourse Tour
  • 1996: Can't Not Tour
  • 1998: Club Tour
  • 1999: Junkie Tour
  • 1999: 5 ½ Weeks Tour (com Tori Amos)
  • 2000: One Tour
  • 2001: Under Rug Swept Tour
  • 2002: Toward Our Union Mended Tour
  • 2003: All I Really Want/Feast on Scraps Tour
  • 2004: So-Called Chaos/Au Naturale Tour
  • 2005: Diamond Wink Tour
  • 2008: Exile in America (com Matchbox Twenty e Mute Math)
  • 2008: Flavors of Entanglement Tour
  • 2009: Flavors of Entanglement South American Tour
  • 2012: The Guardian Angel Tour
  • 2014: Intimate and Acoustic Tour

Prêmios e indicações

Estrela de Alanis Morissette na Calçada da fama do Canadá.[75]
  • Junos Awards - 21 indicações, vencedora de 13.
    • 1992 - Cantora Mais Promissora
    • 1996 - Melhor Álbum de Rock (Jagged Little Pill)
    • 1996 - Artista Feminina do Ano
    • 1996 - Compositora do Ano
    • 1996 - Álbum do Ano (Jagged Little Pill)
    • 1996 - Single do Ano (You Oughta Know)
    • 1997 - Single do Ano (Ironic)
    • 1997 - Compositora do Ano
    • 1997 - Maior Alcance Internacional
    • 2000 - Melhor Álbum (Supposed Former Infatiation Junkie)
    • 2000 - Melhor Vídeo (So Pure)
    • 2003 - Produtora do Ano (Under Rug Swept)
    • 2009 - Melhor Álbum Pop do Ano (Flavors of Entanglement)
  • Grammy Award - 14 indicações, vencedora de 7. Alanis é a única artista do mundo a ganhar o Grammy de álbum do ano, de melhor performance de rock feminina e de melhor artista revelação com apenas 21 anos de idade.
    • 1995 - Álbum do Ano (Jagged Little Pill)
    • 1995 - Melhor Performance Vocal de Rock Feminina (You Oughta Know)
    • 1995 - Melhor Álbum de Rock (Jagged Little Pill)
    • 1995 - Melhor Vídeo Feminino (You Oughta Know)
    • 1997 - Melhor Vídeo Musical - categoria longa metragem (Jagged Little Pill, Live)
    • 1998 - Melhor Performance Vocal de Rock Feminina (Uninvited)
    • 1998 - Melhor Canção de Rock (Uninvited)
  • Globo de Ouro - 2 indicações
    • 1998 - Indicada para melhor trilha sonora original (Uninvited)
    • 2005 - Indicada para melhor trilha sonora original (Wunderkind)
  • MTV Video Music Awards - 7 indicações, vencedora de 3.
    • 1996 - Melhor Artista Emergente
    • 1996 - Melhor Vídeo Feminino (Ironic)
    • 1996 - Melhor Edição (Ironic)
  • MTV Europe Music Awards - 1996 - Melhor Artista Feminina
  • American Music Awards - 4 indicações, vencedora de 2.
    • 1996 - Melhor Artista Feminina
    • 1996 - Melhor Álbum pop-rock (Jagged Little Pill)
  • Billboard Music Awards
    • 1996 - Artista do Ano
    • 1996 - Álbum do Ano (Jagged Little Pill)
    • 1996 - Artista Feminina do Ano
  • Billboard Music Video Awards
    • 1996 - Melhor Videoclipe pop-rock do Ano
    • 1996 - Melhor Videoclipe pop-rock de Artista Revelação
  • Much Music Awards
    • 1996 - Melhor Artista Internacional
    • 1996 - Melhor Artista Feminina
    • 1996 - Melhor Vídeo (You Oughta Know)
  • Channel V Awards - 1997 - Melhor Artista Internacional
  • Brit Awards - 1996 - Melhor Revelação Estrangeira
  • Echo Awards - 1996 - Melhor Revelação Estrangeira
  • ASCAP Film and Television Music Awards - 1999 - Música Mais Utilizada em Trilhas Sonoras (Uninvited)
  • Global Tolerance Award - 2001 - Prêmio mundial concedido pela ONU. Alanis é a única artista no mundo e ser honrada com este prêmio.
  • Glamour Women - Em 2002,com este prêmio Alanis foi considerada a mulher do ano nos EUA.
  • People's Choice Awards - 2005 - 2 indicações (Crazy)
  • The George and Ira Gershwin Award - 2014 - Prêmio concedido no festival musical Spring Sing na Universidade da Califórnia em Los Angeles.

Prêmios por vendagem

  • 1991: - Alanis - 200 mil cópias - 1 disco de platina no Canadá
  • 1992: - Now Is The Time - 100 mil cópias - 1 disco de platina no Canadá
  • 1995: - Jagged Little Pill - 33 milhões de cópias - 1 disco de diamante nos EUA; 2 de diamante no Canadá; 1 platina dupla no Brasil, 95 de platina ao redor do mundo; 1 de ouro na Polônia e 1 no Brasil.
  • 1998: - Supposed Former Infatuation Junkie - 18 milhões de cópias - 34 discos de platina ao redor do mundo; 4 de ouro no Brasil, Bélgica e França.

É o 3º álbum feminino de todos os tempos com a melhor estreia na Billboard, com mais de 470 mil cópias vendidas em uma semana.

  • 1999: - MTV Unplugged - 6 milhões de cópias - 1 disco de diamante no Brasil, vendas neste país 1 milhão e 312 mil cópias; 4 discos de plartina,no Brasil, na Alemanha; 1 ouro nos EUA; 1 ouro na Inglatterra, 1 ouro na Switzerland, 2 ouros na França.
  • 2002: - Under Rug Swept - 8 milhões de cópias - 5 discos de platina; 1 disco de ouro na Áustria, França,Alemanha e Reino Unido.
  • 2002: - Feast On Scraps - 700 mil cópias - 1 ouro no Brasil.
  • 2004: - So-Called Chaos - 3,5 milhões de cópias - 1 ouro nos EUA, 1 ouro no Brasil,1 ouro na Alemanha, 1 prata na Inglatterra,1 platina na Switzerland.
  • 2005: - Jagged Little Pill Acoustic - 1 milhão de cópias
  • 2005: - The Collection - 1 milhão de cópias - 1 ouro na Alemanha
  • 2008: - Flavors of Entanglement - 2 milhões de cópias - 1 ouro no Canadá, 1 ouro na Itália, 1 ouro na Inglaterra,1 ouro na Switzerland.
  • 2012: - Havoc and Bright Lights - 1 milhão de cópias - 1 ouro na Alemanha.
  • Total de Discos de Diamante - 4 ao redor do mundo.
  • Total de Discos de Platina Dupla - 1 no Brasil
  • Total de Discos de Platina - 141 ao redor do mundo.
  • Total de Discos de Ouro e Prata- 1 Prata e 29 de Ouro até o momento.
  • Total de vendas - mais de 73 milhões de cópias ao redor do mundo

Em 1996, quando Alanis recebeu o prêmio por Melhor Artista Revelação, em seu discurso ela disse: "De alguma forma, eu espero que premiações como estas sejam cada vez menos sobre competição e cada vez mais sobre o reconhecimento, a aceitação e a celebração de nossas diferenças artísticas. Espero que algum dia seja assim".

No documentário de comemoração dos dez anos de Jagged Little Pill, Diamond Wink Documentary, Alanis diz que para ela "dizer que um artista é melhor que outro, seria a mesma coisa que dizer que vermelho é melhor que azul, ou que verde é melhor amarelo". Diz que teve "dificuldades com os eventos de premiação porque eles exigem o aspecto da competitividade para participar" e afirma ter guardado seus prêmios num depósito em sua casa desde o momento em que os ganhou e que abriu as caixas com as estatuetas apenas em 2005. Ela acredita ser violento e incomodativo receber as pessoas em sua casa e ter as estantes e paredes cheias de prêmios e estatuetas.

Filmografia

Filmes
Ano Título Papel Notas
1993 Just One of the Girls Ela mesma Diretamente em vídeo
1999 Dogma Deus Participação especial
2001 Jay and Silent Bob Strike Back Deus Participação especial
2004 De-Lovely Cantora "Let's Do It, Let's Fall in Love"
2005 We're with the Band Ela mesma Telefilme
2005 Fuck Ela mesma Documentário
2005 Just Friends Ela mesma Cenas deletadas
2009 My Mother's Red Hat Natalie Curta-metragem
2010 Radio Free Albemuth Sylvia [76]
2013 As Cool As I Am Ela mesma Participação especial
2014 The Price of Desire Marisa Damia
Televisão
Ano Título Papel Notas
1986 You Can't Do That on Television Ela mesma 5 episódios (1986-1987)
1996 Malhação Ela mesma Participação especial
2000 Sex and the City Dawn Episódio: "Boy, Girl, Boy, Girl..."
2002 Curb Your Enthusiasm Ela mesma Episódio: "The Terrorist Attack"
2003 Celebridade Ela mesma Participação especial
2004 American Dreams Cantora Episódio: "What Dreams May Come"
2006 Lovespring International Lucinda Episódio: "Homeless Rockstar"
2006 Nip/Tuck Poppy 3 episódios
2008 The Tonight Show with Jay Leno Ela mesma 1 episódio
2009 Weeds Dr. Audra Kitson 8 episódios (2009-2010)
2012 Up All Night Amanda Episódio: "Travel Day"

Curiosidades

Broom icon.svg
Seções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
Ajude a melhorar este artigo, integrando ao corpo do texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios.
  • Dos seus 14 aos seus 20 anos aproximadamente, Alanis sofreu de anorexia e bulimia nervosa devido a pressão daqueles que cuidavam de sua carreira. Na época em que trabalhava com a MCA Records chamaram-na ao estúdio para regravar alguns vocais, mas quando chegou, os produtores queriam discutir sobre sua aparência e sobre seu peso. Disseram-na que não seria famosa se fosse gorda. Desde então Alanis desenvolveu problemas com distúrbios alimentares. Alguns versos das músicas 'Perfect', 'Mary Jane', 'Thank You', 'That I Would Be Good' e 'After a Year Like this One' refletem um pouco a questão.
  • Alanis já se apresentou no Brasil, no programa Domingão do Faustão, na novela Malhação, na novela Celebridade, no Festival de verão Salvador, no Brasília Music Festival, no Programa Livre, em um show exclusivo para a Rede Globo. A cantora esteve no Brasil sete vezes desde 1996, a última em 2012.
  • Debbie Ford fez trabalhos de coaching com Alanis auxiliando-a para entrevistas, coletivas de imprensa e comunicação midiática.
  • Desde 1997 Alanis bebe chá de camomila durante suas apresentações.
  • Alanis passou alguns anos em torno de 2005 e 2006 desenhando suas próprias jóias e bijuterias.
  • Na parte interna de seu braço direito Alanis tem a palavra "breathe" tatuada, a qual, ela diz, a "lembra de respirar". Na parte de fora do braço esquerdo Alanis tem a palavra "gentle", "gentil" em português, sendo que tempos depois Alanis tatuou um tigre de bengala ao redor da palavra. Alanis também tem uma tatuagem na virilha direta, uma coruja tatuada no braço direito e uma orquídea tatuada nas costas.

Referências

  1. Beyonce Salutes Canada With Alanis Morissette, Sarah McLachlan Covers Rolling Stone Jenner LLc (March 27, 2009). Visitado em June 1, 2012.
  2. Canadas Walk of Fame. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  3. POP REVIEW; A Good Girl Getting Good and Mad
  4. Alanis Morissette: You ask the questions The Independent (21 de abril de 2005). Visitado em 23-4-2010.
  5. Alanis Ties For Highest-Selling Debut Ever Rolling Stone Jann Wenner (August 5, 1998). Visitado em 2011-06-12. "Morissette's 1995 bow is now tied with Boston's self-titled 1976 album as the best-selling debut of all time"
  6. Caulfield, Keith. Ask Billboard: Missy Elliott, Hot 100 And The Best Selling Album Of All Time Billboard Prometheus Global Media. Visitado em 2011-06-09. "We're including Morissette's "Jagged," as it was her U.S. major label debut"
  7. Alanis makes Brazil gaffe in Peru BBC News (24 de setembro de 2003).
  8. Duerden, Nick (24 de abril de 2004). Alanis Morissette: Sweet irony The Independent. Visitado em 23-4-2010.
  9. The International Newsweekly Of Music., Video And Home Entertainment (19 de abril de 2003). Visitado em 1 de junho de 2012.
  10. Alanis Morissette Biography (1974-). Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  11. Alanis Morissette - The Hungarian Presence in Canada Hungarianpresence.ca (2008-07-31). Visitado em 2012-04-17.
  12. Magyarország Magyarorszag.tumblr.com. Visitado em 2012-04-17.
  13. Morissette stands on rocky pedestal Newsbank.com. Visitado em 2012-09-01.
  14. Alanis Morissette Birth Details Astro-Databank wiki.
  15. A Faith-Filled Mission: 150 Years of Catholic Education in Ottawa-Carleton p. 121. Ottawa-Carleton Catholic School Board (2006). Visitado em 21 de agosto de 2012.
  16. Previous. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  17. ALANIS MORISSETTE. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  18. Pareles, Jon (28 de fevereiro de 1996). At Lunch with Alanis Morissette: Better to Sing The Teen-Age Life Than Live It The New York Times. Visitado em 30 de setembro de 2012.
  19. Dale Kawashima. Great Music Publishing Story: John Alexander and Alanis Morissette. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  20. Previous. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  21. What is Gold Platinum Certification?. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  22. CHRISTOPHER JOHN FARLEY (26 de fevereiro de 1996). MUSIC: ALANIS MORISSETTE: YOU OUGHTA KNOW HER Time Magazine. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  23. Emmy Awards. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  24. ab "Transcript: Profiles of Alanis Morissette, Margaret Cho". CNN People in the News. January 4, 2003.
  25. Wild, David. "Adventures Of Miss Thing". Rolling Stone.2 de novembro de 1995.
  26. Interview With Scott Welch HitQuarters (August 6, 2002). Visitado em April 10, 2011.
  27. abcdefg Diamond Wink Documentary - Honoring 10 years of Jagged Little Pill
  28. Kawashima, Dale. "Great Publishing Story: John Alexander & Alanis Morissette", Songwriter Universe Magazine. Página visitada em June 11, 2010.
  29. Glen Ballard: Biography Glen Ballard Official Site. Visitado em May 3, 2008.
  30. Newman, Melinda. "10 Years On, Alanis Unplugs 'Little Pill'"Billboard. March 4, 2005. Retrieved November 16, 2006.
  31. Walker, Steven. "The Sound Of A Decade". The Age Blog. August 24, 2007.
  32. Willman, Chris. "The Second Coming of Alanis". Entertainment Weekly. November 6, 1998, iss. 457.
  33. "1999 42nd Grammy Awards". Los Angeles Times.
  34. "'Oops!' Britney breaks record". Chicago Sun-Times. 25 de maio de 2000.
  35. vanHorn, Terri. "New Alanis Album In February; New Song Online Now". MTV News. 25 de setembro de 2001. Página visitada em 28 de janeiro de 2007.
  36. Pareles, Jon. "Alanis Morissette - Under Rug Swept". Rolling Stone. 14 de março de 2002, RS 891. Página visitada em 28 de janeiro de 2007.
  37. Caulfield, Keith. "Ask Billboard". Billboard. 3 de janeiro de 2006.
  38. Ask Billboard: Taylor Swift, The Script, Alanis Morissette (em japanese) Recording Industry Association of Japan (November 12, 2010). Visitado em November 26, 2010.
  39. Baltin, Steve. "Alanis Writing Memoir, Album". Rolling Stone. 13 de janeiro de 2006.
  40. "Official Elevate Film Festival Website". September 15, 2007.
  41. Billboard.com - Bubbling Under Hot 100 Singles - Chart Listing For The Week Of Jun 28 2008
  42. Alanis. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  43. Alanis Morissette's Fundraising Page (10 de novembro de 2009). Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  44. Alanis Morisette To Run Edward Norton's Maasai Marathon Challenge (18 de março de 2010). Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  45. Alanis' Book Back On (26 de maio de 2008). Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  46. Steve Baltin (31 de março de 2010). Alanis Morissette, 'I Remain' -- Song Premiere. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  47. And this year's 'American Idol' winner is... The Los Angeles Times (26 de maio de 2010). Visitado em 27 de maio de 2010.
  48. Rolling Stone Magazine via AlanisMorissette.info Página visitada em 4 de abril de 2012
  49. Alanis Morissette leva marido e filho em turnê pela Europa Caras UOL (22 de agosto de 2012). Visitado em 7 de janeiro de 2013.
  50. Alanis Morissette anuncia oito shows no Brasil em setembro IG (10 de julho de 2012). Visitado em 7 de janeiro de 2013.
  51. Alanis Morissette fará turnê na América do Norte (25 dejulho de 2012). Visitado em 7 de janeiro de 2013.
  52. Phil Gallo, L.A. (2 de maio de 2012). Alanis Morissette Brings 'Havoc,' Her 7th Album, in August Billboard.com. Visitado em 2 dejulho de 2012.
  53. https://itunes.apple.com/br/album/lens-single/id552260442
  54. http://www.digitalspy.co.uk/music/news/a433278/alanis-morissette-confirms-new-single-receive.html
  55. www.orpheus-theatre.on.ca/members-only/alumni.html
  56. 4). Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  57. For The Record: Quick News On Nick Lachey, Mariah Carey, LL Cool J, Paris Hilton, Velvet Revolver & More (19 de abril de 2006). Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  58. Matt Mitovich (12 de maio de 2009). Alanis Morissette Rocks Weeds Doctor Role TV Guide. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  59. Jennifer Jason Leigh, Alanis Morisette Returning to Weeds TVGuide.com.
  60. NBC.
  61. Alanis Morissette marries rapper boyfriend CBC News (7 de junho de 2010).
  62. ab Olsens, Alanis part of Coulier's house Calgary Herald canada.com (9 de agosto de 2008). Visitado em 20 de novembro de 2010.
  63. Alanis Morissette reveals secret self in songs .canada.com (2008-11-03). Visitado em 2011-10-18.
  64. Silverman, Stephen M. (June 7, 2006). Alanis Morissette, Ryan Reynolds Split People Weekly Time Inc. Visitado em February 10, 2011.
  65. Finn, Natalie (February 2, 2007). Alanis & Ryan: Former Infatuation Junkies E! E! Entertainment Television, Inc. Visitado em March 12, 2009. Cópia arquivada em February 5, 2007.
  66. Alanis Morissette Talks Ryan Reynolds Breakup, Covering 'My Humps' — Access Hollywood — Celebrity News, Photos & Videos Access Hollywood. Visitado em 6 de março de 2010.
  67. Alanis Morissette becomes U.S. citizen MSNBC (17 de fevereiro de 2005).
  68. Alanis Morissette está grávida (2010-08-11). Visitado em 17 de dezembro de 2011.
  69. Laudadio, Marisa (June 7, 2010). Alanis Morissette Marries in Intimate Ceremony at Home – Weddings, Alanis Morissette People.com. Visitado em December 7, 2010.
  70. Nasce o primeiro filho da cantora Alanis Morissette G1 Globo.com (27 de dezembro de 2010). Visitado em 17 de dezembro de 2011.
  71. SARA HAMMEL e STEPHEN M. SILVERMAN (27 de dezembro de 2010). Alanis Morissette Is a Mom! People. Visitado em 22 de dezembro de 2011.
  72. Something 'You Oughta Know': Alanis Morissette Is Vegan! PETA.org (2 de janeiro de 2009). Visitado em 21 de junho de 2012.
  73. Vegan Singer Alanis Morissette Pregnant, Talks About "Compassionate Female Energy" " ecorazzi.com :: the latest in green gossip Ecorazzi.com (13 de agosto de 2010). Visitado em 7 de dezembro de 2010.
  74. The 2009 World's Sexiest Vegetarians Are... PETA2.org. Visitado em 21 de junho de 2012.
  75. (em inglês) Canadaswalkoffame - Página acessada em 3 de Maio de 2010.
  76. Gregg Goldstein. "Morissette a novel vision for 'Radio'", The Hollywood Reporter, 2007-10-30. Página visitada em 2007-11-20. [ligação inativa]

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Commons Imagens e media no Commons


source: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alanis_Morissette

Posted in Musicas | Leave a comment

Air Supply

air supply

Air Supply
Graham Russell (à esquerda) e Russell Hitchcock em show nas Filipinas (2008)
Informação geral
Origem Melbourne
País  Austrália
Gênero(s) Pop, balada, soft rock
Período em atividade 1975-Presente
Gravadora(s) Arista, Giant, A Nice Pear
Página oficial www.AirSuply-Online.com
Integrantes Russell Hitchcock
Graham Russell

Air Supply é um duo australiano formado em 1975 por Graham Russell e Russell Hitchcock.

Graham Russell, músico britânico, encontrou-se com Russell Hitchcock nos ensaios para um musical chamado "Jesus Christ Superstar" ocorrido em Sydney, Austrália, se tornaram amigos e juntos formaram a banda.[1] Seu repertório é em maior parte de composição do próprio vocalista e instrumentista, Graham Russell.

O primeiro hit da banda foi "Lost in Love", mas outros sucessos como "I Can Wait Forever", "All Out of Love", "The One That You Love", "Sweet Dreams", "Making Love Out of Nothing at All", "Someone Who Believes in You" e "Goodbye" são conhecidos em quase todos os países. A canção "Sweet Dreams" vem sendo performada pela banda de maneiras diferentes a cada turnê, em 1995 foi reeditada para uma versão mais sinfônica, e que foi gravada ao vivo para CD e VHS - na época - e DVD mais tarde, em um show na Tailândia, onde foram regravados muitos hits e duas novas canções para a comemoração dos 20 anos de formação da banda Air Supply.

Em julho de 2005, Graham e Russell lançaram o álbum de vídeo It Was 30 Years Ago Today para comemorar os 30 anos da banda.

Em 2007, o compositor e vocalista Graham Russell iniciou um projeto solo, no qual compôs canções para serem lançadas juntamente com a turnê de 2007, um álbum chamado The Future. Esta foi a primeira vez que Graham lança-se em um álbum no qual somente ele canta, sem o parceiro Hitchcock.

Discografia

Álbuns de estúdio

Ano Álbum Gravadora
1976 Air Supply Australian Record Company
1977 The Whole Thing Started Epic/Sony
Love & Other Bruises Columbia Records
1979 Life Support Big Time Records
1980 Lost in Love Arista Records
1981 The One That You Love
1982 Now and Forever
1985 Air Supply
1986 Hearts In Motion
1987 The Christmas Album
1991 The Earth Is... Giant Records
1993 The Vanishing Race
1995 News from Nowhere
1997 The Book of Love
2001 Yours Truly
2003 Across the Concrete Sky A Nice Pair
2010 Mumbo Jumbo

Compilações

Ano Álbum Gravadora
1983 Greatest Hits Arista Records
1995 Now and Forever... Greatest Hits Live Giant Records
1999 The Definitive Collection Arista Records
2003 Forever Love: 36 Greatest Hits BMG
2004 Platinum and Gold Collection Arista Records
2005 The Singer and the Song A Nice Pear
2005 Love Songs Artista Records

Projectos solo

Ano Álbum Gravadora
1988 Russell Hitchcock (álbum solo de Russell Hitchcock) Arista Records
2002 The Heart of the Rose: A Rock Opera (álbum solo de Graham Russell) A Nice Pear
2002 Celestine Travelers (álbum solo de Graham Russell)
2007 The Future (álbum solo de Graham Russell)
2008 Take Time (álbum solo de Russell Hitchcock)

Referências

  1. Stephen Thomas Erlewine. Air Supply - biography allmusic. Visitado em 1 de março de 2013.

Ligações externas

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Air Supply
Flag of Australia.svgGuitarra masc.png Este artigo sobre uma banda ou grupo musical da Austrália, é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
source: http://pt.wikipedia.org/wiki/Air_Supply

Posted in Pop | Leave a comment

A-ha

a-ha

A-ha
Apresentação ao vivo da banda em Madrid, Espanha.
Informação geral
Origem Oslo
País  Noruega
Gênero(s) Pop rock
Synthpop
New wave
Período em atividade 1982 - 1994
1998 - 2010
Gravadora(s) Warner Music
Universal Music
Página oficial www.a-ha.com
Integrantes Magne Furuholmen
Morten Harket
Paul Waaktaar-Savoy

A-ha foi uma famosa banda norueguesa de synthpop, New wave e Pop Rock, formada na cidade de Oslo, Noruega, em 1982. Seus integrantes eram Morten Harket (vocalista), Magne Furuholmen (tecladista) e Pål Waaktaar (guitarrista). O grupo alcançou enorme sucesso mundial nos anos 80, se tornando imediatamente umas das bandas mais famosas daquela década.

O grupo alcançou grande sucesso logo com o seu álbum de estréia: Hunting High and Low, lançado em 1985. O álbum alcançou a posição #1 na Noruega (país de origem da banda), #2 no Reino Unido e #15 nos Estados Unidos (na lista de álbuns mais vendidos da Billboard 200); rendendo, ainda, 3 hits de grande sucesso: Take on Me, Hunting High and Low e The Sun Always Shines on T.V.. Por conta do enorme sucesso, o grupo recebeu uma indicação no Grammy Award na categoria de Melhor Revelação e ainda ganhou 8 prêmios da MTV norte-americana, durante a cerimônia do VMA de 1986. Em 1994, depois do lançamento fracassado do seu quinto álbum de estúdio Memorial Beach, a banda ficou 4 anos inativa, retornando em 1998.[1]

O trio é lembrado até hoje por emplacar diversos sucessos mundo afora: além dos já citados (Take on Me, Hunting High and Low e The Sun Always Shines on T.V.), também alcançaram enorme êxito as canções Cry Wolf, I've Been Losing You, Stay on These Roads, Touchy!, There's Never a Forever Thing, Crying in the Rain, Early Morning, dentre outros.

Em 15 de outubro de 2009, o trio anunciou que iria terminar seus projetos e que o grupo iria se separar depois de uma turnê mundial em 2010[2] . Apesar do fim, o A-ha encerrou suas atividades com números extremamente positivos: foram 9 álbuns de estúdio e 40 singles lançados totalizando cerca de 60 milhões de cópias vendidas em todo o mundo[3] .

História

Formação da banda

Logomarca clássica do A-ha, com as letras "a" em itálico. Esse logotipo foi utlizado nos álbuns Hunting High and Low, Stay on These Roads e Memorial Beach. O nome da banda foi achada "por acaso" em uma agenda de Paul Waaktaar.

Amigos de infância, Paul Waaktaar e Magne Furuholmen começaram a tocar juntos numa banda de nome Black Sapphire, até que, no início dos anos 80 acabaram por conhecer Morten Harket (que também era de uma outra banda chamada Soldier Blues a qual era o vocalista). Os três decidiram, então, formar uma única banda e em 1982 deixaram a Noruega rumo à Londres a fim de fazer uma boa carreira no mundo da música.

O nome "A-ha" foi "achado" por Magne Furuholmen em um caderno de notas de Paul. Estava escrito: "Aha!" (uma expressão muito utilizada que significa surpresa, espanto, descoberta, etc). Eles resolveram usar esta expressão para batizar a banda deles (inserindo um hífen entre o primeiro "A" e o "H" e retirando o ponto de exclamação: A-ha). A justificativa para adotar esse nome foi a de que os rapazes queriam um nome curto, de fácil memorização, e que lembrasse o som do idioma norueguês.[4]

Em Londres, após serem rejeitados por várias gravadoras, o grupo finalmente firmou um acordo com a Warner Bros. Records (a qual permaneceram até 1994) com a ajuda do músico John Ratcliff e do empresário Terry Slater depois de algumas reuniões.

"Take on Me" e "Hunting High and Low"

"Take on Me" foi a primeira canção que Morten Harket ouviu Magne Furuholmen e Paul Waaktaar-Savoy tocarem, e nessa época ainda chamava-se "Lesson One". Após várias regravações e dois lançamentos fracassados, "Take on Me" tornou-se um hit mundial em 1985. O primeiro lançamento da canção em 1984 vendeu somente 400 cópias, mas após ter sido retrabalhada com o produtor Alan Tarney um ano depois, a canção vendeu 1,5 milhões de cópias no mundo todo em apenas um mês. Eventualmente estima-se que o single "Take on Me" vendeu entre 6 e 7 milhões de cópias no mundo afora; chegou a ser número um na Billboard Hot 100 dos Estados Unidos e segunda colocada na parada musical da Grã-Bretanha.[5] As vendas da canção nos Estados Unidos foram ajudadas pelo videoclipe exibido na MTV que imitou as cenas climáticas do filme, Altered States, de Ken Russell. Foi utilizada no vídeo uma combinação de esboço de animação conhecida como "rotoscopia" (na qual o vídeo é primeiramente filmado e depois, cada quadro é desenhado a mão para dar o efeito de desenho animado).[6] Em 1986, o videoclipe venceu em seis categorias no MTV Video Music Awards. Também em 1986, foi indicado para o American Music Awards como Melhor Vídeo do Ano.

Outra música de destaque do álbum "Hunting High and Low" foi "The Sun Always Shines on T.V." . Nos Estados Unidos, a canção alcançou a 20ª posição na Billboard Hot 100. Além disso, o videoclipe feito para a canção venceu em duas categorias no MTV Video Music Awards de 1986.

O sucesso do a-ha nos Estados Unidos culminou com a indicação da banda para o Grammy de 1986 na categoria Revelação, que acabou sendo vencido pela cantora Sade.

"The Sun Always Shines on T.V." foi o último single da banda a figurar no Top 40 da revista da Billboard, e a partir deste dia a banda é frequentemente lembrada nos Estados Unidos entre o público geral devido o sucesso singular de "Take on Me". Do mesmo modo, a banda é freqüentemente (e incorretamente) considerada como uma "banda de uma canção só". Na Grã-Bretanha (e no resto do mundo), entretanto, a história foi bem diferente: "The Sun Always Shines on T.V." fez um sucesso muito maior entre os fãs britânicos do que "Take on Me", atingindo a primeira colocação nas paradas de sucesso.

O primeiro álbum Hunting High and Low, de 1985, contém "Take on Me" e "The Sun Always Shines on T.V.", e foi um sucesso de vendas mundial. Nos Estados Unidos, vendeu mais de 1,5 milhão de cópias e ganhou o Disco de Platina certificado pela RIAA. Até 2009, Hunting High and Low vendeu cerca de 10 milhões de cópias no mundo afora.

Primeira fase (1986-1994)

O próximo álbum do a-ha foi Scoundrel days em 1986. Este álbum traz uma sonoridade mais sombria, diferente do anterior. Emplacam os hits "Cry Wolf", "I’ve Been Losing You", "Manhattan Skyline" e, apesar de não ter sido single nem ter recebido um clipe, a faixa-título se tornou um dos maiores clássicos do a-ha e é muito lembrada até hoje.

Mais turnês e grandes parcerias, como a trilha de 007 - Marcado para morte, em 1987. O tema do filme, a música "The Living Daylights" foi um sucesso, chegando ao #5 lugar na Inglaterra, segundo a Official Charts Company.

Em 1988, vem Stay on These Roads, com o a-ha ambicionando novos ares para a banda. É o terceiro álbum seguido da banda a ficar em #2 na Inglaterra. Trabalho que emplacou nada mais do que 5 hits: a própria faixa-título, "The Blood That Moves the Body", "Touchy!", a balada "There’s Never a Forever Thing" (que se tornou mais conhecida no Brasil) e a pop "You Are The One".

Stay on These Roads é o início para o anúncio do disco que o a-ha considerou como novo caminho: "East of the sun West of the moon" em 1990. Esse álbum ficou longe da popularidade dos anteriores, marcando o começo da decadência da banda. Esse álbum traz uma sonoridade diferente dos anteriores, dando mais destaque ao piano. Nessa fase o a-ha coloca 198.000 pessoas no Maracanã em seu show no Rock in Rio II, em janeiro de 1991 - entrando para o Guinness Book. O álbum contém um cover de "Crying in the Rain", single de 1963 dos The Everly Brothers. No álbum " East of the Sun,West of the Moon " inclui 3 hits: "Crying in the Rain", "I Call Your Name", "Early Morning" e "Waiting for Her"(single lançado apenas no Japão).

Em 1993, Memorial Beach chega influenciado pelas guitarras e não mais pela base do piano, que é considerado pelos fãs um trabalho totalmente destoante dos demais, recebendo muitas críticas e tendo pouca aceitação do público.

Na necessidade de buscar outros ares de inspiração, e se afastar do assédio que nunca foi bem vindo por Mags, Morten e Paul, o a-ha separou-se em 1994 e seus membros começaram a se focar em atividades solo, mas se reuniram no mesmo ano para tocar nas Olimpíadas de Inverno em Lillehammer, Noruega. Esta apresentação incluiu a canção que eles compuseram para as Paraolimpíadas de Inverno, "Shapes That Go Together".

Medley Oficial

1988 a WEA do Brasil lançou disco de vinil promo com Medley Oficial do A-ha. [7]

Carreiras solo

Paul Waaktaar-Savoy lançou seis álbuns Mary Is Coming (1996), Lackluster Me (1997), Mountains Of Time (1999), Reasons To Stay Indoors (2001), Savoy (2004) e Savoy Songbook Volume 1 (2007), com sua esposa Lauren Savoy na banda Savoy.

Morten Harket lançou até hoje 5 álbuns solo: Poetenes Evangelium em 1993, Wild Seed em 1995, Vogts Villa em 1996, Letter From Egypt lançado em maio de 2008 e Out Of My Hands lançado no dia 13 abril de 2012. Wild Seed vendeu aproximadamente 200.000 cópias na Noruega e 500.000 no geral. É o projeto solo de maior sucesso entre os membros do a-ha até o momento, ganhando vários prêmios e Discos de Platina Dupla na Noruega.

Magne Furuholmen construiu uma reputação como escultor, pintor, e compôs canções para filmes e para a televisão. Em 2004 ele lançou seu primeiro trabalho solo, Past Perfect Future Tense, acompanhado pelos membros da banda Coldplay, que são grandes fãs do a-ha.

Segunda fase (1998 até 2010)

Após uma muito bem-recebida apresentação no "The Sun Always Shines on T.V." e uma nova canção, "Summer Moved On", no Nobel Peace Prize Concert em 1998, a banda voltou para o estúdio e gravou em 2000 o álbum Minor Earth Major Sky, o qual resultou em uma nova turnê, e um videocast da banda (com Briskeby) inaugurando o novo estádio Vallhall, em Oslo. "A-ha on the net" em 2001 direto de Valhall, em Oslo, Noruega, foi o quarto concerto televisionado pela Web mais assistido, com cerca de 3,6 milhões de acessos, 500.000 deles com tempo médio de visita de 28 minutos. Somente os eventos televisionados pela Web de U2, Madonna e Paul McCartney registraram mais acessos. As vendas deste álbum e do Lifelines, de 2002, mostraram que os fãs deles ainda estavam presentes, e que eles estavam abertos a atrair um novo público, especialmente na Europa Central e na Escandinávia, onde os álbuns venderam extremamente bem. Eles apareceram novamente no Nobel Peace Prize concert, em 2001. O videoclipe da banda para a canção " I Wish I Cared " foi o primeiro animado utilizando Flash e baseado na Web a ter sido feito.

Em 2001, a canção "Velvet" figurou na trilha sonora do filme One Night at McCool's. Quando o filme foi lançado em DVD, o videoclipe foi incluído como sendo um dos bônus especiais. Um álbum ao vivo (da turnê de 2002) com o título How Can I Sleep With Your Voice in My Head? foi lançado em março de 2003, precedido pelo single ao vivo de 1986 do clássico "The Sun Always Shines on TV". Em 2004, um livro intitulado The Swing Of Things foi publicado, também apresentando um CD com material demo.

Em 2004, a banda celebrou o seu vigésimo aniversário com o lançamento de uma nova coletânea de singles: The Singles: 1984-2004, trazendo a banda de volta ao Top 20 Britânico de Álbuns, no qual conquistaram a 13ª colocação. Durante sua carreira, a banda lançou oficialmente 36 singles, 15 deste tornaram-se Top 10 na Grã-Bretanha, e 15 singles foram primeiros colocados nas listas das rádios em todo o mundo. O novo álbum de singles inclui alguns dos pontos altos do A-ha nos últimos vinte anos.

Foto tirada de show do a-ha em Frankfurt, em 2005

Em 2 de julho de 2005, o A-ha apresentou-se no Live 8, em Berlim. Segundo a lenda musical e formador do Beach Boys, Brian Wilson, o A-ha fez uma apresentação em Berlin perante um público de aproximadamente 200.000 pessoas. Ele iniciaram o concerto com "Hunting High and Low," com a participação do público até o final. "Take on Me" deixou a multidão eufórica, entretanto, Morten Harket teve sérias dificuldades para escutar a si mesmo e pedir dois minutos de pausa, usados para comentar a causa do Live 8 e o "longo caminho rumo a justiça". Os dois minutos de pausa se tornaram sete minutos e a terceira canção, "Summer Moved On", tornou-se a última das quatro canções que deveriam ter sido tocadas. O tempo concedido ao A-ha tinha estourado e os organizadores disseram para eles deixarem o palco. Após a apresentação, Magne Furuholmen disse que eles tiveram certamente algumas dificuldades técnicas. "Isso é normal em um festival deste tamanho. No final, o público queria mais quando saímos do palco, logo, esperamos esperançosamente ter feito a nossa parte para o sucesso total do evento", comentou.

Em 12 de setembro, o a-ha voltou ao Estados Unidos (no Irving Plaza, na cidade de Nova Iorque) para o primeiro concerto da banda em solo norte-americano desde 1986. Uma pequena improvisação de "Take on Me" ocorreu em 11 de setembro na Times Square. Em 27 de agosto de 2005 a banda fez uma apresentação para 120.000 pessoas em Frognerparken em Oslo, a maior já realizada na Noruega.

Em 4 de novembro de 2005, lançaram seu novo álbum de estúdio, Analogue. "Celice", o primeiro single, foi lançado em 4 de Outubro em todo o território europeu. Mais tarde no mesmo mês, seguiu-se uma turnê, com apresentação em Bruxelas, França, Alemanha e Inglaterra. Quando o primeiro lançamento da canção "Analogue" seguiu-se na Inglaterra, em Janeiro de 2006, dando ao A-ha o seu primeiro Top Ten Inglês desde 1988. Mais datas foram adicionadas a turnê, incluindo uma aparesentação no London's Shepherd's Bush em 2 de Fevereiro de 2006, um especial para a televisão na África e um festival no Chile. O terceiro single na Europa (segundo na Inglaterra) foi "Cosy Prisons".

Em 2006 a banda regravou um cover de John Lennon, "#9 Dream", para a Anistia Internacional. Em 30 de Outubro receberam em Londres o prestigioso Q Inspiration Award, por sua longa contribuição para a música e por inspirar muitos dos seus jovens colegas nos negócios.

Durante o mês de agosto de 2007 a banda sugeriu uma provável mudança de direção, uma terceira fase, e que poderiam dar uma pausa de três anos, voltando apenas em 2010. Contudo, alguns shows ainda foram realizados com a inclusão de #9 Dream no Setlist. E felizmente houve uma mudança de planos, com novos shows em 2008 e os planos de gravação de um novo álbum, tendo inclusive lançado músicas inéditas em apresentações recentes.

Em Março de 2009 o a-ha retornou à América do Sul, para dois shows no Brasil e um no Chile. A banda lançou, no dia 24 de Abril um novo single, intitulado Foot of the Mountain, o primeiro do novo álbum " Foot of the Mountain " lançado em Junho de 2009. Com o grande sucesso de Foot of the Mountain, as faixas Shadowside e Nothing is Keeping You Here foram lançadas e tiveram boa aceitação entre os fãs.

Em um dos episódios das série animada da FX Family Guy Chris Griffin "entra" no mundo apresentado no clipe original de Take On Me, em aproximadamente 50 segundos de cena, e uma parte da música é apresentada. Esse é um dos números músicais mais famosos do programa juntamente com Surfing Bird do The Trashman, interpretado por Peter Griffin, e Everything I do (I do It For You) do Bryan Adams, interpretado por Stewie Griffin

Fim do a-ha e turnê de despedida

A-ha em Belo Horizonte, 2010

No dia 8 de outubro de 2009, os integrantes dos a-ha anunciaram o fim definitivo da banda, no fim de 2010.[8] Em nota oficial, Morten Harket, Magne Furuholmen e Paul Waaktaar-Savoy alegaram a vontade de perseguir outros objetivos, como trabalhos humanitários, política, ou novos rumos no campo da música e das artes. Em março de 2010, os A-ha fez sua última turnê na América do Sul. A banda se apresentou em Buenos Aires, Santiago e mais sete cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte (Foto). O show em Fortaleza, realizado em 20 de março de 2010, foi o último em solo brasileiro. Na ocasião, os integrantes da banda fizeram questão de agradecer ao público do Brasil. Grande parte dos shows tiveram todos os seus ingressos vendidos.

Em maio, a banda prosseguiu sua turnê mundial com sete shows em quatro cidades norte-americanas. A passagem da banda pelos Estados Unidos teve grande repercussão na mídia local e os membros da banda foram muito requisitados para darem entrevistas às rádios locais.

Em junho e julho, eles fizeram alguns shows em festivais pequenos, passando pela Suíça, Áustria e Alemanha, além de fazerem seu primeiro e último show na Hungria.

Em agosto, eles tocaram em duas cidades japonesas, Tóquio e Osaka, no prestigiado Summer Sonic Festival. Depois, foram para a Noruega e fizeram seis shows, tocando para cerca de 110 mil pessoas.

Em outubro e novembro, eles fizeram shows nas principais arenas européias, passando por Países Baixos, Bélgica, França, Espanha, Suíça, Alemanha, Ucrânia, Bielorrússia, Letônia, Lituânia, Rússia e Reino Unido. Grande parte desses shows tiveram todos os ingressos vendidos.

Nos dias 30 de novembro e 2, 3 e 4 de dezembro, o a-ha fez seus quatro últimos shows, no Oslo Spektrum. Todos os 39 milhões de ingressos foram vendidos.

a-ha em Madri, 2010

Integrantes

Singles de maior sucesso

Discografia

Álbuns de Estúdio

Compilações

Álbuns ao vivo

Bandas sonoras

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Imagens e media no Commons
source: http://pt.wikipedia.org/wiki/A-ha

Posted in Pop | Leave a comment